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28/02/2025
Atos 19:6
6 E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas e profetizavam. (ARC)
Atos 19:1-5
1 E sucedeu que, enquanto Apolo estava em Corinto, Paulo, tendo passado por todas as regiões superiores, chegou a Éfeso e, achando ali alguns discípulos,
2 disse-lhes: Recebestes vós já o Espírito Santo quando crestes? E eles disseram-lhe: Nós nem ainda ouvimos que haja Espírito Santo.
3 Perguntou-lhes, então: Em que sois batizados, então? E eles disseram: No batismo de João.
4 Mas Paulo disse: Certamente João batizou com o batismo do arrependimento, dizendo ao povo que cresse no que após ele havia de vir, isto é, em Jesus Cristo.
5 E os que ouviram foram batizados em nome do Senhor Jesus. (ARC)
Aos professores de EBD deixo a minha indicação de dois trabalhos sérios e comprometidos com o Reino de Deus.
O primeiro é um curso do Evangelista Leonardo focado em como preparar uma aula de EBD Impactante completo e gratuito. Para acessar é só clicar no link abaixo:
https://youtu.be/Bb17bKEAUKM?list=PLPb6JfCF2Mq7e1_WrF4ltD_VCqWVofhVa
O segundo é o comentário das lições da EBD da Revista Betel Adulto realizado pelo pastor Eliseu. Trata-se de um subsídio impar que complementa o material impresso da EBD Comentada. Para acessar é só clicar no link abaixo:
Nesta lição, iremos estudar sobre o movimento Pentecostal no Brasil – Um despertar que mudou uma nação.
No início do século XX, o Brasil começou a testemunhar algo novo e surpreendente: pessoas cheias de entusiasmo espiritual passaram a falar em línguas que ninguém entendia, um sinal que acreditavam ser o batismo no Espírito Santo, inspirado na Bíblia, como quando os discípulos de Jesus viveram isso no dia de Pentecostes. Esse fenômeno, chamado glossolalia, agitou as cidades e vilarejos, mas também assustou muita gente, pois a maioria dos brasileiros seguia a Igreja Católica ou igrejas protestantes mais calmas, que achavam tudo aquilo muito estranho ou até errado; ainda assim, essas reuniões animadas, muitas vezes em casas simples ou galpões, conquistaram os corações de pessoas pobres, que se sentiam especiais por viver algo tão poderoso.
Antes de pisarem em solo brasileiro, dois suecos chamados Gunnar Vingren e Daniel Berg já tinham vivido momentos marcantes nos Estados Unidos, onde um grande avivamento em Los Angeles, na Rua Azusa, mostrou a eles o poder do Espírito Santo com línguas e curas milagrosas; lá, eles sentiram um chamado forte para trazer essa novidade ao Brasil, mesmo sem dinheiro ou apoio, apenas com muita fé e coragem para atravessar o oceano em 1910. Ao chegarem em Belém do Pará, eles começaram a compartilhar suas ideias sobre dons espirituais, como profecia e milagres, ensinando em cultos cheios de energia e histórias de vidas transformadas; logo, o que começou pequeno em Belém se espalhou como fogo pelo país, apesar de enfrentarem críticas de líderes religiosos e até da polícia, que não gostavam daquele barulho todo, mas a força da mensagem e a união dos primeiros seguidores fizeram o pentecostalismo crescer e mudar a cara da fé no Brasil para sempre. Esse resumo mostra como tudo começou com experiências intensas, a aventura de dois estrangeiros e o impacto que explodiu a partir de uma cidade no norte do país!
Antes mesmo de os missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg pisarem em solo brasileiro em 1910 para dar início ao que hoje chamamos de pentecostalismo organizado, algo especial já estava acontecendo no coração de algumas pessoas pelo país, um movimento que certos estudiosos batizaram de “proto-pentecostalismo”.
Imagine um Brasil ainda bem diferente do que conhecemos hoje, no começo do século XX, onde a maioria das pessoas seguia o catolicismo, mas pequenas igrejas protestantes, como as dos batistas e metodistas, começavam a crescer, trazendo ideias novas sobre fé. Nesse ambiente, surgiram histórias curiosas de gente simples que, sem conhecer os missionários que viriam depois, dizia sentir um toque poderoso de Deus, algo parecido com o que a Bíblia conta no livro de Atos, capítulo 2, quando os seguidores de Jesus começaram a falar em línguas diferentes por causa do Espírito Santo.
Por exemplo, tinha Fritz Matschulat, um imigrante alemão que morava no sul do Brasil e, em 1908, teria vivido um momento tão forte em sua fé que falou palavras estranhas, como se fosse guiado por algo maior. Teve também Paulo Malaquias, um pastor em São Paulo que pregava entre os batistas e, antes de 1910, sentiu esse mesmo fogo espiritual que o fez orar de um jeito diferente, e Pedro Graudin, um missionário metodista que, em 1909, também experimentou algo assim enquanto trabalhava para levar sua mensagem a outros.
Essas histórias, guardadas em memórias contadas de boca em boca e em alguns papéis antigos, mostram que o Brasil já estava sentindo um vento novo de espiritualidade antes da chegada dos missionários famosos, como se Deus estivesse sussurrando promessas de renovação para pessoas de diferentes cantos do país, preparando o terreno para uma fé cheia de energia, emoção e acolhimento que, mais tarde, ia conquistar tantos corações, especialmente entre os mais humildes!
O Cenário da Imigração e a Fé no Brasil do Século XIX
Por volta do século XIX, o Brasil vivia um período de grandes mudanças, com a chegada de muitos europeus que buscavam melhores condições de vida, especialmente no sul do país. O Rio Grande do Sul, com suas terras férteis, tornou-se um destino comum para imigrantes alemães, como o jovem Fritz Matschulat, que chegou em 1893 com apenas 14 anos. Esse fluxo trouxe uma diversidade religiosa que começou a desafiar a hegemonia católica da época, introduzindo ideias protestantes em um cenário até então dominado por missas e santos. Matschulat, vindo da Prússia Oriental, não trouxe apenas sua bagagem física, mas uma espiritualidade vibrante que o levou a práticas incomuns para o Brasil de então: ele orava em línguas que ninguém entendia, algo que hoje chamamos de glossolalia. Isso era tão raro que muitos poderiam achar estranho ou até suspeito, já que a religiosidade brasileira valorizava mais as tradições visíveis do que experiências espirituais tão pessoais. A Bíblia, em 1 Coríntios 14:2, diz: “Pois quem fala em língua não fala aos homens, mas a Deus; ninguém o entende, mas ele fala mistérios pelo Espírito.” Matschulat parecia viver isso, mostrando uma fé que ia além do que os olhos podiam ver, algo que desafiava as expectativas de sua nova terra.
Um Homem de Oração e Ministério
Fritz Matschulat não ficou apenas como um imigrante anônimo; ele se destacou como um líder espiritual no sul do Brasil. Chegando com os pais em Formosa, no Rio Grande do Sul, ele cresceu em um ambiente simples, mas sua vida tomou um rumo marcante quando começou a servir como pastor. Entre 1909 e 1920, liderou uma igreja em Porto Alegre, depois viajou como missionário entre 1921 e 1923, e finalmente se estabeleceu em Panambi, onde pastoreou de 1924 até 1949. O que impressionava em Fritz era sua dedicação à oração — ele buscava a Deus de forma tão intensa que, segundo sua filha, fechava a porta do quarto e falava em línguas desconhecidas. Esse hábito revela um homem que não buscava aplausos, mas uma conexão real com o divino.
Na cultura alemã da época, a disciplina e a privacidade eram valores fortes, e Matschulat trouxe isso para sua fé, vivendo algo que poucos compreendiam. A Bíblia, em Atos 10:46, relata que os gentios, ao receberem o Espírito Santo, “falavam em línguas e glorificavam a Deus”, um eco do que Fritz experimentava.
O teólogo A.W. Tozer, em “O Propósito do Homem” (Editora Mundo Cristão, 2010), diz: “A verdadeira adoração acontece na solitude do coração”, reforçando como Matschulat encontrava Deus no silêncio de seu quarto.
O Papel de Pioneiro no Pentecostalismo
Fritz Matschulat tem um lugar especial na história religiosa do Brasil por viver uma experiência pentecostal antes que esse movimento ganhasse força no país. Diferente do que muitos pensam, o pentecostalismo não começou só com os missionários suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg, que chegaram em 1910; Matschulat já demonstrava sinais do Espírito Santo anos antes, com suas orações em línguas. Isso o torna uma ponte entre o protestantismo clássico e o fervor pentecostal que viria a transformar a fé brasileira.
Naquele tempo, o Brasil era um mosaico cultural, com influências indígenas, africanas e agora europeias se misturando, e Matschulat adicionou um toque único a essa mistura ao trazer sua espiritualidade intensa. Sua experiência mostra que Deus não espera por movimentos organizados para agir — Ele toca corações onde quer que estejam. Em Joel 2:28, Deus promete: “Derramarei o meu Espírito sobre toda a carne”, uma profecia que Matschulat parecia antecipar em sua vida. Esse pioneirismo é uma prova de que o Espírito Santo já soprava no Brasil, preparando o terreno para algo maior.
O teólogo brasileiro Augustus Nicodemus Lopes, em seu livro “O Espírito Santo” (Editora Cultura Cristã, 2015), destaca a ação divina em figuras menos conhecidas: “O mover do Espírito não depende de nomes famosos, mas de corações abertos. Homens como Fritz Matschulat mostram que Deus já estava plantando sementes pentecostais no Brasil antes dos grandes avivamentos.” Esse comentário alinha-se ao que Isael Araújo apresenta, reforçando a ideia de que Matschulat foi um instrumento essencial na história espiritual brasileira, mesmo sem o reconhecimento que outros receberam.
Aplicação: A história de Fritz Matschulat nos convida a buscar uma fé autêntica, mesmo quando ninguém está olhando. Hoje, vivemos rodeados de distrações — redes sociais, compromissos e pressões —, mas Fritz nos lembra o valor de fechar a porta e falar com Deus. Pense em uma mãe atarefada que, apesar do cansaço, reserva cinco minutos à noite para orar em silêncio. Esse momento pode renovar suas forças e inspirar sua família, assim como Matschulat influenciou seu tempo. Não precisamos de grandes palcos para viver algo poderoso com Deus; o que importa é o coração entregue. Que tal começar hoje, reservando um tempo só seu com o Pai?
Pergunta para Reflexão: O que você está disposto a deixar de lado para buscar a Deus em secreto, como Fritz Matschulat, e experimentar uma fé que transforme sua vida e a de quem está ao seu redor?
Um Jovem Apaixonado que Não se Calava
Paulo Malaquias era apenas um rapaz de 18 anos quando encontrou Jesus, em uma época em que o Brasil rural, especialmente no Rio Grande do Sul, vivia imerso em tradições religiosas formais. Mas ele não ficou apenas com um sentimento guardado no peito — ele precisava falar! Imagine o cenário: vilarejos simples, com casas de madeira e estradas de terra, onde as pessoas se reuniam mais por costume do que por uma fé viva. Malaquias, porém, trouxe algo diferente: ele contava a todos, com entusiasmo juvenil, como Cristo tinha mudado sua vida. Isso reflete o que está em Marcos 5:19, quando Jesus diz a um homem curado: “Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez.” Malaquias não esperou ter estudo ou posição — ele simplesmente foi, movido por uma urgência que vinha de dentro.
O teólogo Leonard Ravenhill, em Por Que Tarda o Avivamento? (Editora Betânia, 1985), diz: “A verdadeira conversão acende uma chama que não pode ser contida.” Naquele tempo, o Brasil estava começando a conhecer o protestantismo, mas Malaquias já apontava para algo mais pessoal e vibrante, como um anúncio do que viria com o pentecostalismo.
Um Encontro com o Desconhecido em 1908
Em 1908, enquanto liderava uma pequena igreja batista em Ijuí, Malaquias teve um momento que mudou tudo. Ele sentiu algo poderoso, como uma onda de alegria e energia, e de repente palavras estranhas saíram de sua boca — línguas que ele nunca aprendeu. Naquele início de século, no interior do Brasil, ninguém sabia o que era isso. As igrejas batistas valorizavam a ordem e a razão, então imagine a surpresa: o pastor falando algo que parecia sem sentido, mas que vinha com uma força espiritual impressionante! Isso ecoa Atos 10:46, quando os gentios receberam o Espírito Santo e “os ouviam falar em línguas e magnificar a Deus.” Para Malaquias, não havia livros ou missionários para explicar — era Deus agindo diretamente.
Na cultura da época, fenômenos assim poderiam ser vistos como loucura ou até feitiçaria por alguns, mas ele não parou. O teólogo Donald Gee, em Sobre os Dons Espirituais (Editora Vida, 1975), escreve: “O Espírito Santo não espera nossa compreensão para agir; Ele sopra onde quer.” Esse momento marcou Malaquias como alguém que viveu o poder de Deus antes mesmo de ter um nome para isso, mostrando que o Espírito não depende de rótulos ou tradições.
Um Líder que Quebrou Moldes sem Saber
Quando Malaquias pregava, as pessoas sentiam algo diferente. Não era só a seriedade dos outros pastores batistas, com seus sermões bem organizados. Havia vida, paixão, um calor que atraía os ouvintes como uma fogueira em uma noite fria. Ele não fazia isso por estratégia — era o Espírito Santo fluindo através dele. Mais tarde, ao conhecer a Assembleia de Deus, ele entendeu que o que vivia tinha nome: era pentecostal. Curiosamente, nas igrejas que liderou, ele encontrou outros que sentiam o mesmo — pessoas simples que, sem alarde, experimentavam esse “algo mais” com Deus. Isso mostra como, no início do século XX, o Espírito já estava mexendo com o povo brasileiro, mesmo em silêncio.
A Bíblia, em João 3:8, diz: “O vento sopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.” Malaquias foi como esse vento, levando frescor espiritual onde passava. Ele abriu portas para um movimento que nem imaginava, provando que Deus usa quem está disponível, não quem tem todas as respostas.
O teólogo Isael de Araujo, em História do Movimento Pentecostal no Brasil (CPAD, 2007), reforça o papel de figuras como Malaquias: “Antes dos missionários suecos trazerem o pentecostalismo organizado, homens como Paulo Malaquias já viviam o fogo do Espírito, preparando o solo para um avivamento que mudaria a fé no país.” Isso alinha-se ao que Emílio Conde descreve, mostrando que Malaquias foi mais que um pastor comum — ele foi um sinal do que Deus estava começando a fazer no Brasil.
Aplicação: A história de Paulo Malaquias nos chama a sair da nossa zona de conforto. Ele não esperou entender tudo ou ter aprovação para viver e compartilhar sua fé — ele simplesmente foi. Pense em um agricultor que planta sementes sem saber se a chuva virá: ele confia e age. Hoje, podemos ser assim, falando de Jesus mesmo quando não temos todas as respostas ou quando parece estranho para os outros. Talvez você conheça alguém que precisa ouvir uma palavra de esperança — por que não falar agora? Como Malaquias, deixe o Espírito guiar você, e veja como Deus pode usar sua coragem para tocar vidas.
Pergunta para Reflexão: Se Deus colocasse em seu coração uma paixão como a de Paulo Malaquias, você estaria pronto para compartilhar sua fé, mesmo sem entender tudo o que Ele está fazendo?
Pedro Graudin, natural de Riga, Letônia, demonstrou desde cedo um profundo comprometimento com os ensinamentos do Evangelho. Em 10 de junho de 1900, aos 25 anos, ele desembarcou no Brasil, no porto de São Francisco, Santa Catarina, acompanhado por cerca de trezentas famílias. Essa chegada não foi apenas um deslocamento físico, mas o início de uma missão espiritual que viria a deixar uma marca significativa no cenário religioso brasileiro.
Vivências Espirituais e Expressão Profética
Ao longo de sua trajetória ministerial, Graudin vivenciou experiências intensas que ultrapassavam o convencional, destacando-se o batismo com o Espírito Santo. Nesse contexto, manifestações como o falar em línguas e a profecia surgiam de forma tão impressionante que o próprio pastor se via surpreso ao transmitir mensagens que pareciam vir diretamente do coração de Deus. Esse fenômeno, que ecoa os relatos do batismo descrito em Atos 2, apontava para uma revelação divina que prenunciava uma nova era espiritual, marcando o início de um movimento que traria profundas transformações para o cristianismo no Brasil.
Consolidação e Legado no Movimento Pentecostal
Atuando na igreja Leto-Batista de Guaramirim, Bananal, em Santa Catarina, Pedro consolidou sua missão ao integrar, em 1933, as Assembleias de Deus, após a inspiradora visita do pastor André Bernardino da Silva. Essa adesão formal não apenas confirmou sua experiência espiritual, mas também antecipou o surgimento de uma “grande família” pentecostal, como profetizado em seus dons. Conforme comentado por Ismael Santos, as manifestações extraordinárias de Graudin eram sinais do crescimento de um movimento que, décadas mais tarde, se revelaria como um dos pilares do cristianismo pentecostal no Brasil.
Wayne Grudem, em Power in the Spirit: A Study of Pentecostal Spirituality (InterVarsity Press, 1991), ressalta que as manifestações do Espírito, como o falar em línguas e a profecia, são evidências claras da ação divina entre os crentes. Segundo Grudem, esses fenômenos, capazes de surpreender os próprios mensageiros, indicam o início de uma nova era de fé, reforçando a observação de Ismael Santos de que tais experiências eram prenúncios do surgimento de uma vasta comunidade pentecostal.
Aplicação: A história de Pedro Graudin nos desafia a buscar uma experiência genuína com o Espírito Santo, que vai além do conhecimento teórico e toca o coração. Assim como Graudin foi surpreendido pela voz de Deus, nós também podemos ser impactados por Sua presença em nossas vidas. Imagine um rádio que, ao ser sintonizado na frequência certa, transmite uma mensagem clara e poderosa. Da mesma forma, quando nos colocamos em sintonia com o Espírito Santo, Ele nos usa para transmitir Sua mensagem ao mundo. A experiência pentecostal não é apenas um evento do passado, mas uma realidade que pode transformar nossa vida hoje, capacitando-nos para cumprir o propósito de Deus.
Pergunta para Reflexão: Se Deus nos desse uma mensagem profética hoje, como a que Pedro Graudin recebeu, estaríamos preparados para entendê-la e obedecer, mesmo que seu significado só fosse revelado anos depois? Como podemos nos manter sensíveis à voz do Espírito Santo em meio ao barulho do mundo?
2 – OS PRECURSORES DO PENTECOSTALISMO NO BRASIL
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Equipe EBD Comentada
Postado por ebd-comentada
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