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CPAD Jovens – 3º Trimestre de 2019 – 29-09-2019 – Lição 13: A vinda do Senhor: A nossa suprema esperança

26/09/2019

Este post é assinado por Rafael Cruz

Texto do dia

O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se. 2 Pedro 3.9

Texto bíblico

2 Pedro 3.1-10 

2 para que vos lembreis das palavras que primeiramente foram ditas pelos santos profetas e do mandamento do Senhor e Salvador, mediante os vossos apóstolos,

3 sabendo primeiro isto: que nos últimos dias virão escarnecedores, andando segundo as suas próprias concupiscências

4 e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque desde que os pais dormiram todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.

5 Eles voluntariamente ignoram isto: que pela palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste;

6 pelas quais coisas pereceu o mundo de então, coberto com as águas do dilúvio.

7 Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro e se guardam para o fogo, até o Dia do Juízo e da perdição dos homens ímpios.

8 Mas, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos, como um dia.

9 O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se.

10 Mas o Dia do Senhor virá como o ladrão de noite, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra e as obras que nela há se queimarão.

INTRODUÇÃO

Paz do Senhor querido leitor do nosso site!

Chegamos ao final de mais um trimestre e creio que todos fomos alimentados por esse estudo durante esse tempo.

Nos tempos de Pedro, como hoje, havia diversas reações no que tange à mensagem do retorno de Cristo. Alguns negaram que isso iria acontecer; outros questionavam a demora; ainda outros criam nela, mas talvez falharam em dar a devida atenção à exigência de uma vida santa e zelosa. Pedro tinha uma palavra oportuna para cada um desses aspectos, insistindo que a unidade das Escrituras, com sua centralidade em Cristo, tornava possível recorrer tanto ao Antigo como ao Novo Testamento em termos de autoridade e de urgência.

I – AQUELES QUE ZOMBAM DA VINDA DE CRISTO

1 – Os escarnecedores dos últimos dias

Proibida a cópia parcial ou total deste material – Sujeito a penas legais https://ebdcomentada.com 

O discurso do “fim do mundo”, presente em muitas tradições religiosas (também nas científicas, sem o cunho da sobrenaturalidade), não é algo que as pessoas desejem ouvir ou em que desejem acreditar. Afinal, carpe diem é o lema do espírito da época, inspirada justamente no senso de finitude que pesa sobre todos nós. Pensar no fim, seja do ser humano, do mundo, do Universo e dos “deuses”, parece-nos um exercício mental desagradável demais, contrário à concepção cíclica da história. Para o mais esperançoso teólogo cristão, o mais cético e racional dos filósofos, a mais sensível e inteligente das mentes ou mesmo para o comum dos mortais, refletir sobre o fim requer coragem e um olhar “profético” e soteriológico que nem todos têm.

Além da estranheza do assunto, outro sentimento que surge a respeito do ‘fim do mundo’ é a zombaria. Curiosamente, pela Bíblia, esses indivíduos são um sinal bastante evidente do “tempo do fim”.

Advertir o mundo de que acontecerá, na pós-modernidade, intervenção divina (Daniel 2; Apocalipse 14:6, 7) é algo risível e “demodê” para nossa geração despreocupada com temas religiosos. Soa como piada, humor negro. Milhões escarnecem desse acontecimento futuro predito nas páginas das Escrituras. O próprio mundo cristão encontra-se adormecido, envolto em teorias humanas e prognósticos contrários às tácitas afirmações da Bíblia acerca dos eventos finais. Conhecer, pela ótica bíblica, o futuro do mundo leva o homem crente à esperança da restauração final de todas as coisas. O zombador, ao contrário, despreza essa verdade revelada.

Grande parcela da sociedade humana tornou-se anárquica e zombeteira em todos os sentidos. Para os zombadores dos últimos dias, que articulam suas piadas em torno do Sagrado e ridicularizam as explicações da fé, resta a solene advertência: “Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá” (Gálatas 6:7).

2 – O raciocínio herético

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O tratamento do problema feito por Pedro incluía uma lembrança da palavra previamente falada referente a essa zombaria por aqueles que negavam a doutrina da segunda vinda de Cristo. Ele também mostra como ele usava a Palavra de Deus ao refutar a zombaria deles. Mais cedo ou mais tarde, Jesus Cristo voltaria. Isso tinha sido especificamente prometido na sua ascensão (At 1.10,11), e a promessa está bem fundamentada em uma filosofia de história teísta e sobrenaturalista, refletida nos versículos 5-7. A argumentação de Pedro é que aqueles que negam a segunda vinda de Cristo “esquecem deliberadamente este fato: Deus destruiu o mundo com um poderoso dilúvio, muito tempo depois que Ele tinha feito os céus pela palavra da sua ordem, e tinha utilizado as águas para formar a terra e cercá-la. E Deus ordenou que a terra e os céus sejam reservados para uma grande fogueira no dia do juízo, quando todos os homens ímpios perecerão” (Bíblia Viva).

“Onde está a promessa da sua vinda?” é a pergunta que os descrentes fazem. “Quando virá o Senhor?” é a pergunta, dos crentes. Alguns que não negam estão, não obstante, perplexos com a sua demora.

Para a pergunta: “Por que o Senhor Retarda a sua Segunda Vinda?”, Pedro apresenta uma resposta, ressaltando quatro aspectos:

1) A demora não significa a negação da palavra de Deus, porque o Dia do Senhor virá (10);

2) A demora não significa a anulação (reversão) da palavra de Deus, porque o Senhor não retarda (não demora, não é lento) o seu propósito (v. 9);

3) A demora é uma evidência de que Deus existe eternamente — um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos, como um dia (8);

4) A demora significa que Deus está estendendo a sua misericórdia. Ele não quer que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se (9).

3 – O argumento falacioso

Por Rafael Cruz

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Postado por ebd-comentada


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