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CPAD Adultos – 4º Trimestre de 2018 – 02-12-2018 – Lição 9: O perigo da indiferença espiritual

27/11/2018

Esse post é assinado por Eliel Goulart

Texto Áureo

“Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.” – João 15.14

Verdade Prática

As palavras dos filhos de Deus devem condizer com aquilo que eles praticam.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Mateus  21.28 a 32

28 – Mas que vos parece? Um homem tinha dois filhos e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha.

29 – Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se, foi.

30 – E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi.

31 – Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no Reino de Deus.

32 – Porque João veio a vós no caminho de justiça, e não o crestes, mas os publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isso, nem depois vos arrependestes para o crer.

INTRODUÇÃO

A paz do Senhor!

Todos os versículos citados são da Almeida Revista e Corrigida. Quando de outra versão, a mesma é mencionada.

A maior prova para identificar se alguém é de fato um filho de Deus é a obediência.

A maior confirmação para saber quem é um filho de Deus obediente é a submissão.

O povo de Israel em geral falhou nesta prova. Falavam palavras bem-aventuradas e corretas. Mas suas obras eram de insubmissão e corruptas.

As palavras de Israel:

Êxodo 19.8 – “Então, todo o povo respondeu a uma voz e disse: Tudo o que o Senhor tem falado faremos.”

As obras de Israel:

Isaías 29.13 – “Porque o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim e, com a boca e com os lábios, me honra, mas o seu coração se afasta para longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, em que foi instruído.”

Esta Parábola dos Dois Filhos está ligada à próxima, a Parábola dos Lavradores Maus. A primeira trata do método usado pelos líderes religiosos para rejeitar o ensino de Jesus. Falam uma coisa e fazem outra. Na segunda o Senhor Jesus trata de suas motivações.

A explicação de ambas está resumida em Mateus 21.45 – “E os príncipes dos sacerdotes e os fariseus, ouvindo essas palavras, entenderam que falava deles.”

Até o mundo concorda que falar uma coisa e fazer outra é atitude de hipocrisia. Esta palavra, ou seja, hipocrisia, tem etimologia interessante: do grego hupokritês, significando “ator”. O que o ator faz? Ele finge.

No que tange à nossa obediência ao Senhor, ela se baseia, sobretudo em viver o que professamos.

Tiago 2.12 – “Assim falai, assim procedei.” 

I – INTERPRETANDO A PARÁBOLA DOS DOIS FILHOS

1 – O contexto da parábola

Esta Parábola tem interpretação objetiva e aplicação abrangente.

Um pai instrui seus dois filhos a irem ao campo trabalharem em sua vinha.

O primeiro filho, a princípio se recusou a ir. Depois, porém, mudou de propósito e foi obedecendo ao seu pai.

O segundo filho, por primeiro respondeu com aparente obediência, supostamente submetendo-se ao pedido do pai. Depois mudou de rumo e não foi agindo com desobediência.

O primeiro filho, que disse que não iria e foi, representa os pecadores que assim se reconhecem e arrependidos, convertem-se em filhos obedientes. Representados pelos publicanos e meretrizes, que no início não professavam a Deus, mas depois das pregações de João Batista e de Cristo, arrependem-se e obedecem.

O segundo filho, que aparentemente obedeceu a princípio, mas depois não obedecem à vontade de Deus, é Israel, aqui representado pelos fariseus.

Mais tarde, inclusive, o Senhor Jesus alerta aos Seus discípulos quanto a esta característica de conduta dos fariseus:

Mateus 23.3 – “Observai, pois, e praticai tudo o que vos disserem; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não praticam.”

A aplicação abrangente refere-se aos nossos dias, quando o Evangelho Pleno é pregado e há pecadores que se arrependem e voltam-se ao Senhor, e também há os que não se reconhecem como pecadores e endurecem os corações, gabando-se de uma justiça própria, sendo fatalmente condenados por fim.

2 – O assentimento puramente verbal

“Eu vou, senhor; e não foi.”

Esta resposta de tom respeitoso externo é característica da representação da religiosidade superficial dos fariseus. Observavam os ritos exteriores do judaísmo, mas agiam como opositores do Reino de Deus e, depois, entregaram o Filho de Deus à morte.

Esta resposta está, também, em contraste com a do outro filho, que foi áspera. Mas, na verdade, professa zelo e pronta obediência, porém, honram com os lábios e não fazem real trabalho para Deus. Praticam observâncias exteriores e negam com um coração longe de Deus.

3 – A negação verbal

Pastor Eliel Goulart

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Postado por ebd-comentada


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