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CPAD Adultos – 2º Trimestre de 2017 – 25/06/2017 – Lição 13: Jesus Cristo, o modelo supremo de caráter

18/06/2017

Este post é assinado por: Pastor Eliel Goulart

Texto Áureo

“(…) E o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.”  – Isaías 9.6

Verdade Prática

     Como Homem, Jesus encarnou e demonstrou ter um caráter perfeito, suportando as fraquezas humanas, sem dar lugar ao pecado.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Mateus 1.18, 21 a 23; 3.16 e 17
18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.
21 E ela dará à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.
22 Tudo isso aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz:
23  Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL ( EMANUEL traduzido é: Deus conosco ).

Mateus 3.16 E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele.
17 E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo.

INTRODUÇÃO
Comentário do Blog

Graças a Deus, chegamos ao final de mais um trimestre. Esta é a última lição deste segundo trimestre, quando estudamos o tema geral O Caráter do Cristão – Moldado pela Palavra de Deus e provado como ouro. E a lição deste domingo, dia 25 de junho de 2017, aprenderemos ou recordaremos o que já sabemos e cremos, da pessoa bendita do Senhor Jesus.

Glorifiquemos, pois, a Ele!

Colossenses 1.17 – “E Ele é antes de todas as coisas e todas as coisas subsistem por Ele.”

O Homem de caráter perfeito, como bem iniciou no comentário da INTRODUÇÃO, o estimado pastor Elinaldo Renovato, comentarista da CPAD – Adultos, deste trimestre que se finda.

Mateus 1.23 – “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de EMANUEL ( EMANUEL traduzido é: Deus conosco ).”

A presença de Deus faz toda a diferença em nossa vida e no nosso viver.

A presença de Deus – o Deus conosco – proporciona ao menos três grandes bênçãos:

1 – Alegria – Salmo 16.11 – “Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há abundância de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente.”

2 – Descanso – Êxodo 33.14 – “Disse, pois: Irá a minha presença contigo para te fazer descansar.”

3 – Proteção – Salmo 31.20 – Tu os esconderás, no secreto da tua presença, das intrigas dos homens; ocultá-los-ás, em um pavilhão, da contenda das línguas.”

É a este mundo que jaz na ideia maligna da ausência de Deus, ou pior, jaz na filosofia desesperadora de Friedch Nietzsche ( 1844 – 1900 ), que por quatro vezes, em quatro livros diferentes pregou que ´Deus está morto´; é a este mundo que o Evangelho traz a declaração de “Deus conosco”.

“Deus conosco” é a manifestação de Deus em nosso meio. E encontra paralelo em João 1.14 – “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós…”

Em que princípio é fundado esta declaração “Deus conosco?” É uma revelação. E esta revelação é iniciativa de Deus. Ele veio a nós. Ato soberano de Sua vontade. Lucas 1.68 – “Bendito o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e remiu o seu povo!”

John R. W. Stott escreveu:
“Deus criou. Deus falou. Deus agiu.
Deus falou e agiu por meio de Jesus Cristo. Algo Ele afirmou. Algo Ele fez.
O Cristianismo não é um palavrório piedoso. Não é uma coleção de pensamentos religiosos. Não é um rosário de exortações morais. É boas novas.
Não é um convite para que o homem faça alguma coisa. É a declaração suprema do que Deus fez em Cristo, por pessoas como nós.”

A nossa única reação a esta mensagem ´Deus conosco´ é a de buscá-Lo.

De quatro maneiras devemos buscar a “Deus conosco”:

1 – Com diligência – ser inconstante ou indiferente é desonroso a Deus. Hebreus 11.6 – “Ele é galardoador dos que O buscam.”

2 – Com humildade – precisa-se sempre da postura como de uma criança, que é sempre pronta a aprender. Deus “dá, porém, graça aos humildes.” – Hebreus 4.6

3 – Com sinceridade – a garantia de “Deus conosco” é dada ao que O busca com sinceridade – Jeremias 29.13 – “E buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração.”

4 – Com obediência – o insubmisso perde as maiores bênçãos.

P. Carnegie Simpson escreveu: “Estudamos Aristóteles e ficamos intelectualmente edificados. Estudamos a Jesus e nos perturbamos espiritualmente e moralmente. O homem pode aprender de Jesus com imparcialidade intelectual, mas não O pode aprender com neutralidade moral. O contato com Jesus nos leva a um ponto onde não há evasiva possível.”

Ou o homem obedece ou o homem despreza a Jesus.

Spurgeon resumiu assim ao comentar Mateus 1.23 – “Deus conosco, me parece, certamente, que contém a história completa da redenção.”

I – JESUS DE NAZARÉ, O FILHO DO HOMEM

1. Sua origem humana
Comentário do Blog

O nascimento virginal de Jesus está correlacionado à doutrina da encarnação.

Reproduzo aqui o comentário da Introdução na Lição 11 – CPAD, de 11 de junho de 2017, disponível neste blog. Por que repito? Filipenses 3.1 – “Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas, e é segurança para vós.” Quem acessou antes a Lição 11, será relembrado e quem não a acessou, tem como novo tal comentário de João 1.14:
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”

Nós nos tornamos filhos de Deus, porque Deus se tornou homem. É admirável ver a glória que se tornou carne.

Carne – grego sarx, ( Strong ) é usado aqui sem a implicação de natureza caída, apesar de ser uma palavra geralmente usada na Bíblia em sentido negativo. Mas, quando se usa para referir-se ao Senhor Jesus, é na acepção positiva, na natureza sem pecado de nosso Senhor Jesus, mas designando a condição de limitações do homem e de mortalidade do homem.

Comentário de Lange´s: “De todas as palavras que expressam a natureza humana, João selecionou as mais vis e mais desprezíveis, isto é, a ´carne´, palavra esta que, no Velho Testamento, denota a porção mais inferior, perecedora, corruptível do homem. Porém, nem mesmo o ´Logos´ desprezou a ´carne´, e por isso ele se tornou homem no sentido mais absoluto do termo.”

Verbo – grego logos, a Palavra ( Strong ), significando ´palavra´ que expressa uma ideia, no sentido amplo de ´ideia expressa por palavras´. Myer Pearlmann escreve: “Como é Deus? Deus é a igual a Jesus. A ideia que Deus faz de si mesmo está expressa em Jesus Cristo.”

A antiguíssima edição Almeida de 1681, traduziu assim: “E a Palavra se encarnou, e habitou entre nós…” – João 1.14.

Isaías 9.6 – “Porque um menino nos nasceu, – natureza terrena – um filho se nos deu.” natureza celestial – ( – anotações nossas – )

Verdadeiramente Deus, e verdadeiramente homem.

Como homem, Ele sentiu fome. Como Deus, Ele é o Pão da vida – João 6.48.

Como homem, Ele sentiu sede. Como Deus, Ele disse: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba.” – João 7.37.

Como homem, Ele dormiu no barco. Como Deus, Ele repreendeu ao vento e disse ao mar: “Cala-te, aquieta-te.” – Marcos 4.39.

Como homem, Ele se cansou. Como Deus, Ele disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados… eu vos aliviarei… e encontrareis descanso para a vossa alma.” – Mateus 11.28 e 29.

Como homem, Ele não tinha onde reclinar a cabeça. Como Deus, Ele prometeu: “Na casa de meu Pai há muitas moradas… vou preparar-vos lugar.” – João 14.2.

Como homem, Ele sentiu dores. Como Deus, “as nossas dores levou sobre si” – Isaías 53.4 e I Pedro 2.24.

Como homem, Ele foi preso. Como Deus, Ele se entregou. Gálatas 1.4 – “O qual se entregou a si mesmo…”

Como homem, Ele recebeu a coroa de espinhos. Como Deus, Ele nos dará a coroa da justiça – II Timóteo 4.8.

Como homem, Ele foi morto na cruz. Como Deus, Ele deu a Sua vida. I João 3.16 – “Ele deu a sua vida por nós” e João 10.18 – “Ninguém tira a minha vida de mim; pelo contrário – eu, espontaneamente, a dou.”

Como homem, Ele foi sepultado. Como Deus, a morte não o pode reter. Apocalipse 1.17 e 18.

“E habitou entre nós” – grego skénoó, tenda, tabernáculo ( Strong ). Êxodo 25.8 e 9  – “E me farão um santuário, e habitarei no meio deles. Conforme tudo o que eu te mostrar para modelo do tabernáculo…” – Êxodo 40.34 – “Então, a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do Senhor encheu o tabernáculo”. Esta é a referência de João ao usar a palavra grega que significa ´tenda´.

Parafraseando: “E a Palavra ( a expressão de Deus, a ideia que Deus faz de Si mesmo – Myer Pearlman )  se fez carne, e tabernaculou entre nós…”

Como bem descreveu Champlin: “Ele participou de nossas misérias, para que pudéssemos participar de sua luz – João 1.9 e Colossenses 1.13. Ele assumiu a nossa natureza para que, por nossa vez, pudéssemos assumir a sua natureza – Filipenses 2.7 e Colossenses 2.9 e 10. Ele experimentou as nossas limitações, para que pudéssemos participar de sua vida eterna – Romanos 8.3 e Hebreus 2.9.”

Gálatas 4.4 e 5  – “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.”

Antes, em Gálatas 4.2, lemos expressão similar: “…até ao tempo determinado pelo pai.” E, de fato, há correspondência. Parece-nos que a revelação bíblica de Deus para nós é progressiva, com divisões próprias de períodos históricos, tendo a sua culminação em Cristo Jesus. Considerando que ´tempos´ aqui neste versículo é tradução de ´chronos´, estabelecendo a ideia de sequência de atos. ´Chronos´ ( tempo ) é sucessão de coisas em desenvolvimento e completa-se progressivamente até atingir a plenitude. No texto de Efésios 1.10 também lemos a mesma expressão – ´plenitude dos tempos´- porém, com a outra palavra grega para tempo – ´Kairos´. Definida como o tempo da oportunidade, a época, o tempo favorável, que nós costumamos chamar de ´o tempo certo´. O outro, ´chronos´, é o tempo do calendário, do relógio.

Enfim, quando a medida do tempo que mencionamos se completou, alcançou a sua plenitude, conforme o predeterminado conselho de Deus, Ele enviou a Seu Filho, Jesus Cristo.

Martin J. Scott: “A encarnação significa que Deus ( isto é, o Filho de Deus ) se fez homem. Isso não quer dizer que Deus se tornou homem, nem que Deus cessou de ser Deus e começou a ser homem; mas que, permanecendo como Deus, ele assumiu ou tomou uma natureza nova, a saber, a humana, unindo esta à natureza divina no ser ou na pessoa – Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.”

O pastor R. Winterbothan, observou bem que o mundo era preparado por Deus para a vinda de Cristo:

1 – Por meio do Império Romano – este Império reduziu todo o mundo sob um único governo. Não havia obstáculo político para a pregação e propagação da fé de uma nação para outra;

2 – Por meio da língua grega – instrumento perfeito para expressão do pensamento. Deus preparou para que, em alto grau, o mundo de então, fosse de uma língua. ( O grego naquela época seria como o inglês em nossos dias – observação nossa );

3 – Por meio do povo escolhido, os judeus – com o seu centro religioso em Jerusalém. E os judeus espalhados por diversas nações.

4 Por meio da confluência geral e da concorrência mútua de todo tipo de idolatria pagã. Deus preparou para que o paganismo perdesse toda a antiga reputação e poder sobre as almas.”

2. Sua entrada no mundo
Comentário do Blog

Portanto, o Senhor Jesus se fez Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus.

Em Jó capítulos 9 e 10, lemos que o patriarca reclama de suas limitações e aflições como homem. Diz ele em Jó 9.25 – “E os meus dias são mais velozes do que um corredor.” Lamentando a brevidade da vida humana, pois que Deus é Eterno. O homem nasce com os dias contados. Deus é Eterno.

Jó 9.28 – “Receio todas as minhas dores…” – e Deus não sente dor. Como poderia entender as dores humanas?

Jó 9.32 – “Porque ele não é homem, como eu, a quem eu responda, vindo juntamente a juízo.” Jó propõe levar Deus a um tribunal. E tem por certo que será ( ele, Jó ) condenado.

Jó 9.32, Bíblia Viva – “Infelizmente, Deus não é homem, como eu. Se fosse, poderíamos ir ao tribunal e discutir nosso caso, perante um juiz. Mas, não há um juiz ( um árbitro, um mediador – observação nossa ) capaz de decidir nossas questões e nos deixar em paz com Ele.”

Jó 10. 4 – “Tens tu, porventura, olhos de carne? Vês tu como vê o homem?” – Ora, Deus é Onividente. Ele tudo vê. E a minha visão é tão limitada.

Versículo 5 – “São os teus dias como os dias do homem? Ou são os teus como os anos de um homem…” Jó e nós temos uma vida tão curta…

Versículo 6 – “Para te informares da minha iniquidade e averiguares o meu pecado?” – Deus não sabe o que é o peso do pecado, lamenta Jó.

Do que Jó lamentava ainda, ao final?

Que a jurisdição – quem diz o Direito – é Dele. Jeremias 9. 24 – “…eu sou o Senhor, que faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.”

O tribunal é Dele – II Coríntios 6.10 – “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo…”

Ele é o Legislador. Nesse tribunal supremo, julga-se pela Sua lei – Tiago 4. 12 – “Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir.”

Ele promove a justiça em toda a terra – Salmo 119.142 – “A tua justiça é uma justiça eterna, e a tua lei é a verdade.”

Ele é o Juiz – Salmo 94.2 – “Exalta-te, tu, que és juiz da terra.”

Ele é o Advogado – I João 2.1 – “…temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo.”

A sentença fatal é a morte – Romanos 6.23 – “O salário do pecado é a morte.”

Enfim, jurisdição é o alcance de se dizer e ministrar a justiça. Jó é homem, morador da terra, que está sob jurisdição do Justo Juiz de toda a terra – Gênesis 18.25. Ele intenta levar Deus a um tribunal. Mas, o tribunal é de Deus. Adentrando-o, vê que o promotor de justiça, o representante legal que vai contradizê-lo, é o próprio Deus. Sob que lei seriam julgados, se possível fosse levar Deus a um tribunal? Quem ditou a lei, o Legislador, é Ele! Ao olhar para o juiz, confirma-se que Ele é o Juiz. E o advogado ao meu lado é Ele também!

Isaías 33.22  ensina-nos, aliás, que Ele é o Poder Judiciário, Legislativo e Executivo de todo o Universo – “Porque o Senhor é o nosso Juiz; o Senhor é o nosso Legislador; o Senhor é o nosso Rei; ele nos salvará.”

Há num tribunal um banco do réu. Este é de Jó mesmo. O banco do réu é, com certeza, nosso! A culpa é minha e sou eu ali assentado no banco do réu…

Mas… algo surpreendente acontece. O Advogado, o Justo – I João 2.1 – me defende, assume a condenação da culpa em meu lugar e sofre a sentença contra Si mesmo. Sentença que era contra mim…

II Coríntios 5.21 – “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.”

Romanos 5.6 – “…Cristo morreu a seu tempo pelos ímpios.”

Romanos 5.8 – “…quando nós éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.”

O Advogado se assenta no banco de réu! E morre em nosso lugar.

A resposta de Deus às perguntas de Jó capítulos 9 e 10 foi a entrada de Jesus no mundo.

I Timóteo 1.15 – “…que Cristo veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal.”

3. Seu desenvolvimento humano e espiritual
Comentário do Blog

Lucas 2.52 – “E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.”

O crescimento de Jesus é descrito como um crescimento humano natural.

Houveram heresias no passado, negando a verdadeira Divindade, a perfeita humanidade, a união indivisível entre as duas naturezas e a divindade e a humanidade em Cristo. Os Concílios de Nicéia ( ano 325 ), de Constantinopla ( ano 381 ), de Éfeso ( ano 431 ), de Calcedônia ( ano 451 ), declararam as quatro afirmações que expressam a visão teológica da natureza de verdadeiramente Deus, homem perfeito, indivisivelmente Deus – Homem, distintamente Deus e Homem.

Portanto, o menino cresceu forte em espírito. Com mente, intelecto e compreensão humanas. Crescendo em conhecimento, força e caráter.

Lucas 2.40 – “E o menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.” Este e os versículos seguintes é tudo que está registrado sobre a infância de Jesus. Tudo que sabemos Dele por trinta anos de Sua vida, são estes registros. O foco dos evangelistas foi o de dar relevância a sua vida pública e não a de sua vida privada.

O grande comentarista Marvin R. Vincent assim comenta este versículo:
“Os judeus classificaram os estágios do desenvolvimento de uma criança em oito termos diferentes:

1 – Uma criança – yeled – qual seja, um bebê recém-nascido –  Isaías 9.6;

2 – A amamentação – Isaías 11.8 – “criança de peito”;

3 – O início da amamentação para pedir comida – Lamentações 4.4 – “A língua do que mama…os meninos pedem pão…”;

4 – A criança desmamada – Isaías 28.9 – “Ao desmamado…”;

5 – A criança apegada a sua mãe – Jeremias 44.7;

6 – A criança tornando-se firme e forte – Isaías 7.14

7 – Adolescência – literalmente, ´aquele que se move livremente´;

8 – E o amadurecido.”

E Jesus viveu todas estas fases com Seu caráter humano perfeito e revelando a natureza divina.

A expressão que Cristo usou sobre Si mesmo foi a de Filho do Homem. Fora dos Evangelhos é encontrada somente em Atos 7.56, citado assim por Estevão, e em Apocalipse 1.3 e 14.14. Mas, nestes dois versículos, mais se refere a qualidade de julgar a todos os homens. Nos Evangelhos, tal título é mencionado por 69 vezes – ( Teologia Sistemática – Uma perspectiva pentecostal – editor: Stanley Horton ). O Dicionário Vine, no Verbete ´Filho do Homem´, diz-nos que este “título é especialmente encontrado nos Evangelhos Sinóticos”, quais sejam, Mateus, Marcos e Lucas. E que quando ocorrem no Evangelho de João, não tem paralelo com os Sinóticos. Distinguem-se em dois grupos: 1 – os que se referem à humanidade de Jesus e Suas obras na terra. 2 – Os que se referem à Sua glória na ressurreição e à Sua segunda vinda. ( Dicionário Vine, 2003, página 658 ).

Ele mesmo, então, destacou Sua perfeita humanidade. E igual ou semelhante a Ele nunca houve jamais, e nunca jamais haverá. João 3.13 diz-nos que Ele é “o Filho do Homem, que está no céu.”

E Ele é o “segundo homem, o Senhor, é do céu.”– I Coríntios 15.47.

II – SEU MINISTÉRIO E CARÁTER SUPREMO

1. O caráter exemplar de Jesus
Comentário do Blog

I Pedro 2.21 – “Porque para isto sois chamados, pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas.”

Os Evangelhos revelam-nos Jesus como uma Pessoa acessível, cheia de compaixão e que sentia empatia – ou seja – colocava-se o lugar do outro, entendendo o que o outro sentia. Quando o Senhor Jesus curava um doente sofredor, Ele não o fazia para apenas cumprir as profecias. Ele realmente queria curar, movido por amor e compaixão. Marcos 1.40 a 42 – “E aproximou-se dele um leproso, que, rogando-lhe e pondo-se de joelhos diante dele, lhe dizia: Se queres, bem podes limpar-me. E Jesus, movido de grande compaixão, estendeu a mão, e tocou-o, e disse-lhe: Quero, sê limpo!”

a ) Humildade e mansidão
Mateus 11.28 a 30 devem ser citados conjuntamente. Há, nestes três versículos, tanto o convite de bênção quanto os meios para a bênção ser alcançada.

A bênção é o descanso. Aqui não se confunde com ociosidade. Quem aceita a Cristo, mesmo na agitação do trabalho e de suas atividades, encontra repouso e paz. Enquanto ao rei da Babilônia foge o sono no seu palácio, ao profeta Daniel é dada paz e segurança na cova dos leões. Daniel 6.

Daniel 6.27 – “Ele livra, e salva, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele livrou Daniel do poder dos leões.”

Em Atos capítulo 12, Pedro dorme na prisão, algemado com duas cadeias, entre dois soldados. Depois nós lemos dele contando como o Senhor o tirara da prisão. E no mesmo capítulo, narra-se a morte terrível de Herodes, que o mandara prender, perecendo comido de bichos.

O nosso descanso começa com o relacionamento pessoal com Cristo – “Vinde a Mim!”.

O maior peso que carregamos é o de quando estarmos longe do nosso Criador.

Fiódor Dostoiévski ( 1821 – 1881 ), escreveu: “Há no homem um vazio do tamanho de Deus”. Para os ímpios não há descanso. Por duas vezes a Bíblia declara: “Mas os ímpios não têm paz, diz o Senhor.” – Isaías 48.22 e Isaías 57.21.

Atos capítulo 16, vemos o carcereiro preso mesmo estando em estado de liberdade, e vemos Paulo e Silas livres, mesmo estando em cadeias.

Myer Pearlman: “As cadeias públicas não contêm uma centésima parte dos prisioneiros que existem no mundo: nos lares, nas ruas, nas lojas, até nos templos, há ao nosso redor uma multidão de prisioneiros – presos pela maldade, pela consciência acusadora, pelos vícios!”

Precisam do Senhor manso e humilde de coração, para encontrar descanso para suas almas – Mateus 11.28 a 30.

b ) Misericórdia e compaixão
Quero registrar breve comentário sobre a Misericórdia do Senhor.

A misericórdia surge de nossa condição presente.

A graça surge da eternidade da obra que Cristo fez por nós.

Exemplo: um filho desobedece e ofende com sua desobediência à sua mãe. Ela conta ao pai quando este chega do trabalho. O filho merece a sentença de punição porque é desobediente e é culpado. E o pai olha para ele… o ama tanto… vê as lágrimas do menino, ouve seus rogos, e diz – Não vou lhe castigar… – isso é misericórdia – deixar de impor o castigo que merece pela sua condição presente – e vamos ali tomar um sorvete… – isso é graça. Dar a ele mais do que merece.

É um exemplo singelo, e como a maioria das ilustrações, é fraca para o contexto maior do amor, da graça e da misericórdia de Deus.

Observe, porém, que a misericórdia tem um sentido negativo.

Deixar de punir ao culpado é misericórdia.

Dar-lhe algo precioso, além de seu merecimento e compreensão, é graça.

E o motor de tudo é isso é o amor.

Em Cristo tudo isso é superior à ilustração. O pecado não ficou sem punição. Cristo sofreu em nosso lugar todo o castigo que nos traz a paz – Isaías 53.5

A misericórdia sozinha é apenas esperança.

Marcos 10. 46 a 52 – Relata a cura de um cego.

Ele clamava dizendo – “Filho de Davi, tem misericórdia de mim!” – Versículo 48.

Por causa de sua condição presente!

E Cristo não se limitou a apenas lhe manifestar a misericórdia. Fez mais:
“Vai, a tua fé te salvou” – versículo 52.

Hogg e Vine – Notas aos Gálatas:
“Sempre que as palavras misericórdia e paz são encontradas juntas, elas aparecem nessa ordem, exceto em Gálatas 6.16. Misericórdia é o ato de Deus, paz é a experiência resultante no coração do homem. Graça descreve a atitude de Deus para com o transgressor da lei e o rebelde; misericórdia é a Sua atitude para com aqueles que estão em angústia.”

Richard Chenevix Trench ( 1807 – 1886 ), ´Sinônimos do Novo Testamento´:
“Na ordem da manifestação dos propósitos de Deus acerca da salvação, a graça tem de ir antes da misericórdia. Pois só os perdoados podem ser abençoados. Disto segue-se que em cada uma das saudações apostólicas onde estas palavras ocorrem, a graça precede a misericórdia – I Timóteo 1.2 – “A Timóteo, meu verdadeiro filho na fé: graça, misericórdia e paz…” – I Timóteo 1.2 – “A Timóteo, meu amado filho: graça, misericórdia e paz…” – Tito 1.4 – “A Tito, meu verdadeiro filho, segundo a fé comum: graça, misericórdia e paz…”.”

Quanto a compaixão de Jesus pelas pessoas, era muito mais do que mero sentimento.

Mateus 15.32 – “Tenho compaixão da multidão.”

Há sofredores em todos os lugares. E Jesus os encontrou, segundo os Evangelhos, tanto em lugares públicos – como o paralítico junto ao tanque de Betesda – nas sinagogas – com a mulher encurvada, que não podia de modo algum se endireitar – nas casas – como quando entrou na casa de Jairo e ressuscitou sua filha de 12 anos – nas ruas e nas estradas – como o cego Bartimeu ou o endemoniado gadareno. De todos estes o Senhor Jesus compadeceu-Se.

Jesus sentia compaixão pelos que:

1 – Iam a Ele – Lucas 17.12 – “E, entrando numa certa aldeia, saíram-lhe ao encontro dez homens leprosos, os quais pararam de longe.”

2 – Pelos que eram conduzidos a Ele – Marcos 2.3 – “E vieram ter com ele, conduzindo um paralítico, trazido por quatro.”

3 – Pelos que eram vistos por Ele – João 9.1 – “E, passando Jesus, viu um homem cego de nascença.”

c ) Espírito pacificador

Mateus 5.9 – “Bem aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.”

Ou seja, os que trabalham pela paz. É impossível viver sem conflitar. Portanto, não está escrito aqui que é feliz aquele que não conflita. Mas, no conflito que surge, trabalha pela paz. Grego ´eiréponoios´ ( Strong ) – que faz a paz.

Conflito é diferente de contenda. II Timóteo 2.24 – “E ao servo do Senhor não convém contender, mas, sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor.”

Contender – grego ´machomai´ – significando aquele se envolve em discussão, em batalha ( figurativamente ) para brigar.

No que dependeu de Abraão, ele buscou a paz. Gênesis 13.7 – “E houve contenda entre os pastores do gado de Abrão e os pastores do gado de Ló.”

O versículo seguinte: “E disse Abrão a Ló: Ora, não haja contenda entre mim e ti e entre os meus pastores e os teus pastores, pois irmãos somos.”

Paulo aconselha: “Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas.”

Salmo 133 tem três vezes a palavra ´desce´. E assim deva ser se quisermos a bênção e a vida. Descer para a posição de humildade.

Ilustração: Conta-se que dois fazendeiros muito contendiam, conflitando sobre a demarcação de suas fazendas. Um dizia que ia até certo marco, que lhe era favorável. Outro, contradizia, brigando para que a cerca fosse até outro marco topográfico, o que também lhe favorecia. E assim, um de noite mudava a cerca. Na noite de outra semana, o vizinho mudava novamente para o lugar que ele julgava o certo. Até que um deles vendeu a sua propriedade.
E quem a comprou foi um crente. O vizinho da contenda veio lhe procurar e logo disse:”O senhor comprou esta fazenda. Sabe que comprou um problema?” O crente perguntou qual era o problema. E o vizinho explicou a questão da demarcação e colocação da cerca. Ao que o crente respondeu: “Ponha a cerca no local que o senhor julga ser a correta e está tudo bem para mim.” O vizinho, espantado com a resposta pacificadora, então resmungou:”Olha… se o senhor é homem para aceitar a cerca no lugar que eu acho que é o certo, fique sabendo que eu também sou muito homem para não a mexer do lugar em que está!” E assim o conflito da cerca não mais existiu.

Romanos 12.8 – “Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens.”

2. Na prática, Ele demonstrou o seu imenso amor pelos pecadores
Comentário do Blog

Há três afirmações sobre Deus no Novo Testamento, no sentido de dizer que Deus é.
Deus é:

1 – Luz – I João 1.5;

2 – Espírito – João 4.24;

3 – Amor – I João 4.8.

Amor é a natureza de Jesus. É o seu próprio Ser.

Não é uma questão de adjetivo – Ele é amoroso. Nem de verbo – Jesus ama. Mas, é substantivo – Ele é amor!

O homem pensa que deve fazer alguma coisa para Deus o amar.

“Perguntaram-lhe, pois: Que havemos de fazer para praticarmos as obras de Deus?” – João 6.28.

O homem sempre quer fazer alguma coisa.

“Jesus lhes respondeu: A obra de Deus é esta: que creiais Naquele que Ele enviou” – João 6.29.

Não é fazer. É simplesmente CRER.

O carcereiro de Filipos tinha tal ideia arraigada: “Senhores, que me é necessário fazer para me salvar? Responderam eles: Crê no Senhor Jesus é serás salvo…”
Não é fazer. É a simplicidade de CRER.

O Evangelho da salvação muda este pré-conceito de fazer ao declarar que: “Deus é amor”.

“Deus amou o mundo de tal maneira…” – fala de Sua ação.

“Deus é amor” fala de Sua natureza.

Duvidar dessa revelação é contradizer o Evangelho.

João 13.35 – “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.”

3. Seu caráter é referência para a Igreja
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O comentarista, pastor Elinaldo Renovato, muito bem relembra a distinção entre o aspecto espiritual da Igreja como corpo de Cristo, diante da organização administrativa e histórica.

Certo pastor, em tom humorístico, disse assim: “Conviver com os irmãos no céu será uma glória… aqui na terra é outra história.” Ele se referia às dificuldades nos relacionamentos gerais na vida da igreja denominacional. Mesmo assim, não se justifica, pois, o caráter de Cristo é o nosso padrão.

E o padrão de Cristo é o amor.

João 13.15 – “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também”, expressa o princípio do ato e não o ato propriamente dito, qual seja, o de lavar os pés uns dos outros. Este versículo é melhor explicado ao lermos João 4.4 – “Levantou-se da ceia, tirou as vestes e, tomando uma toalha, cingiu-se.”

Cingir-se é amarrar um pano em torno de si mesmo, para ligar ( Léxico Grego de Thayer ). Amarrar um cinto em torno de si mesmo ( Strong ).

Eram os escravos, ou os servos da casa, quem lavavam os pés aos convidados. E estes servos eram distinguidos justamente por terem cingidos em si um pano branco de linho. Era a marca de que se tratava de um servo da casa.

Por isso, a reação de Pedro – João 13.6 – “Senhor, tu lavas-me os pés a mim?”

E Pedro não esqueceu este caráter ( marca ) de Jesus, ao escrever em sua carta, I Pedro 5.5 – “…e revesti-vos de humildade…”. Revestir – grego – egkomboomai – amarrar um pano em torno de si, dando um nó. O Léxico Grego de Thayer nos ensina que esta expressão trata-se de um avental branco usado pelos escravos que os diferenciava dos homens livres. E Pedro ao usar tal palavra, acredito pessoalmente, que em sua mente está a lembrança da cena de João 13.

“Revesti-vos de humildade…” como Cristo se cingiu e nos ensinou o princípio da submissão, de considerar o outro superior a nós mesmos.

Strong explica que este avental era o emblema da servidão.

O que move um crente humilde é o amor.

III – A MORTE, RESSURREIÇÃO E VOLTA DE CRISTO

1. A morte de Cristo, exemplo supremo de amor
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Além de padrão de caráter de amor, Cristo é também padrão de caráter perdoador.

Ilustração: Dizem que anos atrás, um navio navegando na costa norte do Brasil, enviava sinais de pedidos de socorro, e quando abordados por outra navegação, gritaram que estavam morrendo de sede. A resposta foi breve: “Joguem os baldes nas águas e bebam!” Eles estavam na foz do rio Amazonas. Havia água fresca ao redor deles. E eles pensando estarem rodeados pelas águas salgados do mar…

Quantos estão a perecer nas misérias de seus pecados. Na ignorância de Deus e sem conhecimento de Cristo.

João 3.16 – “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Ao sedento, Jesus está tão perto. Mesmo quando este navega no oceano das dúvidas. Basta inclinar com humildade e beber, e viver!

“Porque Deus – o Maior –
Amou – o maior sentimento –
O mundo – o maior alcance –
De tal maneira – a maior extensão –
Que deu o seu Filho unigênito – o maior sacrifício –
Para que todo aquele – a maior abrangência –
Que nele crê – a maior exigência –
Não pereça – o maior livramento –
Mas tenha a vida eterna – a maior dádiva.” ( Anônimo ).

2. A ressurreição de Jesus e a sua vinda em glória
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Este tópico da lição cita a referência bíblica de I Coríntios 15.19 a 26.

Nestes versículos, o apóstolo Paulo trata das consequências abençoadoras da ressurreição de Jesus.

Versículo 19 – Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.”

Em outras palavras, se nesta vida nós pusermos nossa esperança em Cristo, isso é tudo!

É digno de dó quem vive sem Cristo, pois que miseravelmente termina a vida sem Ele.

Os crentes não são alienados e este mundo não é tudo que existe. A explicação está no versículo seguinte:

Versículo 20 – “Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem.”

A ressurreição de Cristo é a esperança de nossa ressurreição.

E I Coríntios 15.23 no ensina a ordem da ressurreição: Primeiro, Cristo. Por segundo, “os que são de Cristo, na sua vinda.”

I Coríntios 15.24 – “Depois, virá o fim…” fim aqui é no sentido de consumação de todas as coisas. Do grego ´telos´ – significa meta, o clímax de algo.

Então Ele reduzirá a nada – “quando houver aniquilado todo império e toda potestade e força.” ARA –  São mencionadas três autoridades conjuntamente: império, potestade e força. Significando que não há poder ou governo de nenhuma hierarquia que não será submetido a Ele.

A expressão “houver aniquilado” é forte. Quer dizer destruir. Leon Morris ensina que seu significado é “tornar nulo, vazio e inoperante”

A Síntese do Tópico III é excelente:

“Jesus veio ao mundo, morreu, ressuscitou e voltará novamente para buscar aqueles que são seus.”

Aleluia! Somente Jesus é. Todos os demais, estão.

CONCLUSÃO
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Colossenses 1.17 – “E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele.”

Ele é Deus. João 14.8 – “Mostra-nos o Pai…” – versículo 9 – “Quem me vê a mim vê o Pai.”

Ele é maior do que a natureza – Ele é o “primogênito de toda a criação” – Colossenses 1.15 – Ele é o Alfa e o Ômega. O Princípio e o Fim. A consumação de toda a criação. Apocalipse 22.13.

Ele é maior do que a Igreja – dizemos que “O sangue dos mártires é a semente da igreja”. Num sentido infinitamente superior, o sangue de Cristo é a semente da igreja. ( U. R. Thomas ).

Colossenses 1.18 – “…para que em tudo tenha a preeminência.”

Primazia em tudo. Primazia quanto ao tempo e importância.

Deus deu a Cristo primazia em todas as coisas. Não ousaríamos dar-Lhe lugar menor.

Ele tem o primeiro lugar em sua vida?

No mais, Deus proverá!

Por Pastor Eliel Goulart


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