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Central Gospel Jovens e Adultos – 1º Trimestre de 2019 – 17-03-2019 – Lição 11: João, os sinais do Filho de Deus

13/03/2019

Esse post é assinado por Ezequiel Soares

TEXTO BÍBLICO BÁSICO

João 11.40-45

40 – Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?

41 – Tiraram, pois, a pedra. E Jesus, levantando os olhos para o céu, disse: Pai,

graças te dou, por me haveres ouvido.

42 – Eu bem sei que sempre me ouves, mas eu disse isso por causa da multidão

que está ao redor, para que creiam que tu me enviaste.

43 – E, tendo dito isso, clamou com grande voz: Lázaro, vem para fora.

44 – E o defunto saiu, tendo as mãos e os pés ligados com faixas, e o seu rosto,

envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o e deixai-o ir.

45 – Muitos, pois, dentre os judeus que tinham vindo a Maria e que tinham

visto o que Jesus fizera creram nele.

João 21.24,25

24 – Este é o discípulo que testifica dessas coisas e as escreveu; e sabemos

que o seu testemunho é verdadeiro.

25 – Há, porém, ainda muitas outras coisas que Jesus fez; e, se cada uma das

quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os

livros que se escrevessem. Amém!

TEXTO ÁUREO

João 3.2

Este foi ter de noite com Jesus e disse-lhe: Rabi,

bem sabemos que és mestre vindo de Deus, porque ninguém pode fazer estes sinais que tu

fazes, se Deus não for com ele.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Entender a importância dos sinais que Jesus realizou;
  • Conhecer compreender a razão de o evangelista João ter registrado tais sinais;
  • Aplicar os conceitos envolvidos nesses sinais à vida cristã.

PALAVRA INTRODUTÓRIA

Paz seja convosco!

Na lição desse domingo veremos os sinais de Jesus escritos por João, que nos remete ao encontro com o Filho de Deus através do seu poderio em seus milagres e sinais. Veremos os porquês de seus milagres como também o motivo de especificamente esses serem descritos por João em seu livro.

Que Deus fale conosco.

1 – TRANSFORMANDO A QUALIDADE E VENCENDO A DISTÂNCIA

 

1.1 – A transformação da água em vinho: o Senhor da Criação

Proibida a cópia parcial ou total deste material – Sujeito a penas legais https://ebdcomentada.com

“No terceiro dia houve um casamento em Caná da Galiléia. A mãe de Jesus estava ali; Jesus e seus discípulos também haviam sido convidados para o casamento. Tendo acabado o vinho, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”. Respondeu Jesus: “Que temos nós em comum, mulher? A minha hora ainda não chegou”. Sua mãe disse aos serviçais: “Façam tudo o que ele lhes mandar”. Ali perto havia seis potes de pedra, do tipo usado pelos judeus para as purificações cerimoniais; em cada pote cabia entre oitenta a cento e vinte litros. Disse Jesus aos serviçais: “Encham os potes com água”. E os encheram até à borda. Então lhes disse: “Agora, levem um pouco do vinho ao encarregado da festa”. Eles assim o fizeram, e o encarregado da festa provou a água que fora transformada em vinho, sem saber de onde este viera, embora o soubessem os serviçais que haviam tirado a água. Então chamou o noivo e disse: “Todos servem primeiro o melhor vinho e, depois que os convidados já beberam bastante, o vinho inferior é servido; mas você guardou o melhor até agora”. Este sinal miraculoso, em Caná da Galiléia, foi o primeiro que Jesus realizou. Revelou assim a sua glória, e os seus discípulos creram nele.” (João 2:1-11)

Através desse primeiro milagre, foi despertada a fé no círculo de seus discípulos. Por meio disso devemos compreender que a fé em Jesus, bem como o discipulado cristão, contam com alicerces firmes em princípios demonstráveis sobre a origem divina do que era feito.

Muitos judeus – a maioria deles – rejeitaram a Jesus, e pediram que fosse crucificado. Não obstante, o autor sagrado deseja que saibamos que o início do grupo de discípulos, bem como a confiança que votavam em Jesus, teve um alicerce firme na realidade espiritual dos fatos. Podemos dizer, que Deus estava com ele, aprovando-o, outorgando-lhe poder; e assim os seus discípulos não foram iludidos, e nem participaram de alguma fraude.

Este primeiro milagre atua como fachada do evangelho. Não foi uma mera demonstração de poder (dunamis, termo igualmente usado para indicar algum milagre, no N.T.); mas foi definitivamente um sinal, uma marca do poder e da graça de quem o realizou, bem como de seu caráter divino.

“Este sinal miraculoso, em Caná da Galiléia, foi o primeiro que Jesus realizou. Revelou assim a sua glória, e os seus discípulos creram nele.” (João 2:11)

1.2 – A cura do filho de um oficial do rei: o Deus onipresente (de perto e de longe)

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O evangelho de João é eminentemente o evangelho de crença. Ele escreveu seu registro inspirado para que seus leitores: “creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo [eles], tenhais vida em seu nome.”

Mais uma vez, ele visitou Caná da Galiléia, onde tinha transformado água em vinho. E havia ali um oficial do rei, cujo filho estava doente em Cafarnaum. Quando ele ouviu falar que Jesus tinha chegado à Galiléia, vindo da Judéia, procurou-o e suplicou-lhe que fosse curar seu filho, que estava à beira da morte. Disse-lhe Jesus: “Se vocês não virem sinais e maravilhas, nunca crerão”. O oficial do rei disse: “Senhor, vem, antes que o meu filho morra”. Jesus respondeu: “Pode ir. O seu filho continuará vivo”. O homem confiou na palavra de Jesus e partiu. (João 4.46-50)

A resposta de Jesus, embora aparentemente uma recusa, na realidade era um teste para a fé do oficial. “Se não virdes sinais e milagres, não crereis” (Jo 4.48). À primeira vista pode ser cruel, por parte de Jesus ter respondido dessa forma a tamanho desespero paternal. Mas sua resposta ia de encontro também com a multidão, de encontro com aqueles que seguiam Jesus para ver os seus sinais apenas. Jesus desejava saber a que o oficial viera. A suplicante resposta, não deixou dúvida de que o oficial queria a Jesus, e não um espetáculo. Depositava em Cristo sua fé.

A resposta de Jesus deve ter desagradado profundamente àqueles que procuravam por “sinais e maravilhas”, pois ele não foi com o oficial, como lhe fora solicitado, e nem lhe deu uma prova tangível de que a cura ocorreria. Antes, despachou-o com nada mais do que uma promessa: “Vai, o teu filho vive”. Era necessária uma fé realmente sólida para que este pai se dispusesse a voltar para casa conformado apenas por palavras, “mas o homem creu na palavra que Jesus lhe dissera, e partiu.”

2 – CURANDO E MULTIPLICANDO

Por Ezequiel Soares

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