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Betel Jovens – 4º Trimestre de 2018 – 02-12-2018 – Lição 9: Uma viagem a Corinto

26/11/2018

Esse post é assinado por Carlos Henrique Soares

TEXTO DE REFERÊNCIA

Depois disso Paulo saiu de Atenas e foi para Corinto.
Ali, encontrou um judeu chamado Áqüila, natural do Ponto, que havia chegado recentemente da Itália com Priscila, sua mulher, pois Cláudio havia ordenado que todos os judeus saíssem de Roma. Paulo foi vê-los
e, uma vez que tinham a mesma profissão, ficou morando e trabalhando com eles, pois eram fabricantes de tendas.

Todos os sábados ele debatia na sinagoga, e convencia judeus e gregos.

Depois que Silas e Timóteo chegaram da Macedônia, Paulo se dedicou exclusivamente à pregação, testemunhando aos judeus que Jesus era o Cristo.

Opondo-se eles e lançando maldições, Paulo sacudiu a roupa e lhes disse: “Caia sobre a cabeça de vocês o seu próprio sangue! Estou livre da minha responsabilidade.

De agora em diante irei para os gentios”.

Então Paulo saiu da sinagoga e foi para a casa de Tício Justo, que era temente a Deus e que morava ao lado da sinagoga.

Crispo, chefe da sinagoga, creu no Senhor, ele e toda a sua casa; e dos coríntios que o ouviam, muitos criam e eram batizados.

Certa noite o Senhor falou a Paulo em visão: “Não tenha medo, continue falando e não fique calado,
pois estou com você, e ninguém vai lhe fazer mal ou feri-lo, porque tenho muita gente nesta cidade”.

Assim, Paulo ficou ali durante um ano e meio, ensinando-lhes a palavra de Deus.

Sendo Gálio procônsul da Acaia, os judeus fizeram em conjunto um levante contra Paulo e o levaram ao tribunal, fazendo a seguinte acusação:
“Este homem está persuadindo o povo a adorar a Deus de maneira contrária à lei”.

Quando Paulo ia começar a falar, Gálio disse aos judeus: “Se vocês, judeus, estivessem apresentando queixa de algum delito ou crime grave, seria razoável que eu os ouvisse.

Mas, visto que se trata de uma questão de palavras e nomes de sua própria lei, resolvam o problema vocês mesmos. Não serei juiz dessas coisas”.

E mandou expulsá-los do tribunal.

Então todos se voltaram contra Sóstenes, o chefe da sinagoga, e o espancaram diante do tribunal. Mas Gálio não demonstrava nenhuma preocupação com isso.

Paulo permaneceu em Corinto por algum tempo. Depois despediu-se dos irmãos e navegou para a Síria, acompanhado de Priscila e Áqüila. Antes de embarcar, rapou a cabeça em Cencréia, devido a um voto que havia feito.  Atos 18:1-18

VERSÍCULO DO DIA

Depois disso Paulo saiu de Atenas e foi para Corinto. At 18.1

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Aprender – Sobre a cidade de Corinto;
  • Compreender que Paulo foi motivado em Corinto;
  • Conhecer alguns servos que se despuseram a estar com Paulo em Corinto.

INTRODUÇÃO

“Uma viagem para Corinto!”

Quantas coisas estão contidas nessa frase tão sucinta! Quando e como Paulo tomou a decisão de não esperar, como era sua intenção inicial (At 17.16), em Atenas, pela chegada de seus companheiros, mas já sair antes de Atenas? Como ele obteve a certeza de que devia ir para Corinto? Sem dúvida Corinto era a cidade maior e mais próxima de Atenas. Mas será que era um local promissor para uma missão cristã?

1 – CONHECENDO CORINTO

Paulo chegou a cidade de Corinto durante sua segunda viagem missionária. Após realizar um formidável trabalho passando por Filipos e Tessalônica (onde estabeleceu importantes igrejas), e por Beréia e Atenas, Paulo finalmente chega à cidade para anunciar o evangelho (At 18.1).

Podemos observar neste relato o quão incansável era Paulo, e o quanto ardia em seu peito o desejo de ver o maior número de pessoas ser transformado pela fé em Jesus.

1.1 – A cidade de Corinto

Atenas era o centro da cultura, mas Corinto era o centro do comércio, pois sua situação geográfica tornava isto inevitável. Estava localizada em um estreito que ligava a seção continental da Grécia ao Peloponeso, no Sul.

Era perigoso viajar ao redor da extremidade sul da Grécia por causa da enorme quantidade de pequenas e rochosas ilhas que se projetavam do mar, e também porque os ventos constantes vinham do Norte e tendiam a desviar os navios para as costas da África.

Corinto tinha um porto oriental, Cencréia, e um porto ocidental, Licaum. Marinheiros e viajantes de todo o Mediterrâneo podiam ser encontrados nas ruas de Corinto. Esta é provavelmente a razão por que Paulo passou um ano e meio nesta grande metrópole. O Evangelho iria se propagar a partir deste centro, para todo o mundo conhecido na época.

Mas essa cidade também era famosa por seu baixo índice de moralidade, e, ser de Corinto, significava ser moralmente corrupto (ou “passar a ser de Corinto era o mesmo que passar a ser corrupto”).

Diziam que o templo de Afrodite abrigava mais de mil prostitutas sagradas. Como a imoralidade fazia parte do culto religioso, não é de admirar que a moral fosse deplorável sob todos os aspectos.

Politicamente, Corinto era a capital da província romana da Acaia (Grécia). Fazia parte da política habitual de Paulo fundar uma igreja forte em cada capital provincial, para que a evangelização da província se difundisse a partir desse centro principal.

1.2 – Chegando em Corinto

Lucas nos diz que, quando Paulo chegou a Corinto, entrou em contato com Áquila e Priscila. Áquila, que era judeu, e sua esposa, Priscila, haviam sido expulsos de Roma por causa do édito de Cláudio César. Temos nos referido (At 17:1-9) à natureza deste decreto em conexão com o ministério de Paulo em Tessalônica. Visto que Lucas não diz que Paulo os converteu à fé Cristã, e visto que Paulo afirma que Estéfanas e sua casa eram os seus primeiros convertidos em Corinto (I Cor. 16:15), presumimos que ambos já eram cristãos quando chegaram a Corinto.

Lucas usa a forma diminutiva do nome de “Priscila”, mas Paulo a chama de Prisca (Rom. 16:3; I Cor. 16:19). Alguns eruditos têm conjecturado que Priscila era uma romana de alta classe e superior a Áquila, porque geralmente ela era mencionada em primeiro lugar. Contudo, deve ser notado que Lucas e Paulo não mencionam Priscila sempre em primeiro lugar. (Áquila, embora fosse um judeu do Ponto, tinha nome romano. Talvez ele tivesse assumido nome romano quando se casou com Priscila.

Os dois refugiados de Roma trabalhavam na mesma profissão de Paulo. Trabalhavam com couro. Etimologicamente, a palavra “skênopíos significa “fabricante de tendas”, mas nessa época ela se referia à pessoa que trabalhasse com qualquer espécie de utensílios de couro”.

Muitos rabis exerciam uma profissão em adição ao seu diligente estudo da Lei e ensino da mesma. Paulo trabalhou na sua profissão para sustentar-se durante a sua permanência em Corinto.

Continuando o seu procedimento costumeiro, ele ia à sinagoga dos judeus aos sábados e discutia com os que estivessem presentes. Os seus esforços não foram em vão, pois persuadia a judeus e gregos.

2 – FAZENDO A OBRA

Por Carlos Henrique Soares

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