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Betel Jovens – 3º Trimestre de 2019 – 18-08-2019 – Lição 7: Jesus, o Salvador do mundo

14/08/2019

Esse post é assinado por Carlos Henrique Soares

TEXTO DE REFERÊNCIA

14 E como Moisés, no deserto, levantou numa estaca uma serpente de bronze, assim também Eu devo ser levantado numa cruz,

15 para que todo aquele que crer em Mim, tenha a vida esterna.

16 Porque Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho único, para que todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna.

17 Deus não enviou o Filho dEle para condenar o mundo, mas para salvá-lo.

18 Não há condenação eterna reservada para aqueles que confiam nEle como Salvador. Mas aqueles que não confiam nEle como Salvador, já foram julgados e condenados por não crerem no Filho único de Deus.

19 A sentença deles está baseada neste fato: a Luz do céu veio ao mundo, porém eles amaram mais a escuridão do que a Luz, porque a obra deles eram más.

20 Eles odiaram a Luz celeste porque queriam pecar na escuridão. Ficaram longe daquela Luz, com medo dos seus pecados serem revelados e eles castigados.

21 Mas aqueles que se comportam bem, têm prazer em vir para a Luz, a fim de que todo mundo veja que eles estão fazendo o que Deus quer”.  Jo 3.14 -21

VERSÍCULO DO DIA

Então diziam à mulher: “Agora nós cremos porque ouvimos Jesus por nós mesmos, e não somente por causa do que você nos contou. Ele é na verdade o Salvador do mundo”. Jo 4.42

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Conhecer sobre separação de Deus para com o homem;
  • Entender que Deus tinha um projeto perfeito para reconciliar com o homem;
  • Aprender que Jesus é o nosso Salvador.

INTRODUÇÃO

“Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu Seu Filho Unigênito para que todo o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16).

O Filho Unigênito e Encarnado de Deus, o Senhor Jesus Cristo, é o Salvador da humanidade pela vontade de Deus Pai e por piedade a nós, pecadores.

1 – A QUEDA

E a Adão disse Deus: “Você deu ouvidos à sua mulher e comeu aquela fruta que Eu disse para não comer. Por isso, lanço maldição sobre a terra. A vida toda você terá de lutar para conseguir o ganha-pão. Gn 3.17

Sabemos que o homem não foi criado pecador, mas é verdade que o poder do pecado entrou no mundo dos homens através da escolha consciente e voluntária de Adão.

O termo “queda” é uma tradução da palavra grega paraptoma, que quer dize: transgressão, violação, passo falso, pecado, um lapso moral pelo qual a pessoa é responsável; decair ao lado de onde a gente devia ter ficado em pé; perder o caminho, fracassar; e é aplicada à transgressão de Adão.

Disso podemos dizer então que a queda do homem é o cair da posição primitiva de favor, de santidade e vida espiritual por causa do pecado de Adão para a posição sob o domínio do pecado e da morte.

1.1 – A humanidade perdida

Adão e Eva foram criados inocentes e santos. Agora, tiveram um senso de vergonha, degradação e poluição – perda da inocência “abriram-se então, os olhos de ambos” (Gn 3.7).

A inocência não pressupõe a ausência do conhecimento intelectual do mal. Tal conhecimento inclusive é benéfico e necessário para nós entendermos a natureza do mal. Inocência, porém, quer dizer a ausência do “conhecimento experimental” do mal. Havia algo para esconder. Estavam nus e não podiam aparecer diante de Deus na sua condição caída. Foi este senso de impropriedade que os levou a fazerem para si vestimentas de folhas de figueira.

As folhas de figueiras de nada serviram para cobrir a nudez do casal. Elas simbolizam o esforço das religiões e das boas obras em favor da salvação do homem, sem levar em conta a justiça de Cristo. Batismo, educação, filosofia, dízimos etc.; nada disto repara a terrível queda do gênero humano. Somente a graça de Deus, mediante a morte expiatória de Seu Filho Jesus Cristo, pode salvar o homem que, pela fé, volta-se para Ele (Ef 2.8-9), pois “sem derramamento de sangue não há remissão” (Hb 9.22).

Adão e Eva não eram vítimas de um destino inevitável. Eles eram livres, capazes de serem influenciado por motivos e desejos, mas ainda com liberdade perfeita para seguir o caminho que lhes agradasse. Mas, eles permitiram a si mesmos receberem algo que não era de Deus. Não foi qualquer necessidade rigorosa, mas pela escolha determinada de sua própria vontade; uma entrega voluntária dos seus corações à tentação, que os levou a cometer o primeiro pecado.

1.2 – O preço da queda

Sim, todos pecaram; todos fracassaram, e não puderam alcançar o glorioso ideal de Deus; Rm 3.23

1.1. Conhecimento do mal. Antes da queda o homem tinha capacidade para pecar, porém desconhecia os efeitos do pecado. E ao pecar ele adquiriu esse conhecimento, por isso foi lhe proibido comer do fruto da árvore da vida (Gn 3.22).

1.2. Quebra da comunhão com Deus e expulsão da sua presença (Gn 3.23 e 24; Is 59.1,2). Quebrantando a lei de Deus o homem sentiu-se envergonhado em sua presença. Essa vergonha era o resultado da transgressão cometida.

1.3. Morreu espiritualmente. O espírito humano é vivificado pela vida que Cristo lhe comunica. (Rm 8.9-16).

1.4. A perversão da natureza moral. No lugar da pureza de coração e da perfeição moral que caracterizavam o homem no Éden, veio o pecado e a perversão moral.

1.5. Doenças e enfermidades. O corpo ficou sujeito as enfermidades que no fim resultaria na morte física e consequente corrupção (Gn 3.16-19).

1.6. A morte. Geralmente precedida das mais variadas enfermidades sobre o homem (Gn 3.19 e 19; Rm 5.12).

1.7. Escravo do pecado e de Satanás. Rejeitando a palavra de Deus e aceitando a palavra do inimigo, o homem tornou-se seu escravo. A regência do mundo passou das mãos do homem para as mãos de Satanás (2ª Pd 2.19).

1.8. O pecado é hereditário. O pecado foi disseminado nas formas mais diversas, infames e vis (Rm 1.18-32).

1.9. O pecado leva o homem ao inferno (Rm 3.23; Gl 5.19-21; Mt 7.23; Ap 21.8).

O homem ao pecar fica separado de Deus e debaixo da maldição (e juízo receberá o castigo). A Bíblia descreve dois efeitos do pecado sobre o culpado; primeiro, é seguido por consequências desastrosas para sua alma; segundo, trará da parte de Deus o decreto da condenação eterna.

2 – A PROMESSA

Pr. Carlos Henrique Soares

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Postado por ebd-comentada


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