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Betel Jovens – 2º Trimestre de 2019 – 23-06-2019 – Lição 12: Conhecendo o livro de Eclesiastes

20/06/2019

Esse post é assinado por Carlos Henrique Soares

TEXTO DE REFERÊNCIA

1 Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu:

2 tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou,

3 tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir,

4 tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar,

5 tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter,

6 tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de lançar fora,

7 tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar,

8 tempo de amar e tempo de odiar, tempo de lutar e tempo de viver em paz.

9 O que ganha o trabalhador com todo o seu esforço?

10 Tenho visto o fardo que Deus impôs aos homens.

11 Ele fez tudo apropriado a seu tempo. Também pôs no coração do homem o anseio pela eternidade; mesmo assim este não consegue compreender inteiramente o que Deus fez. Ec 3.1-11

VERSÍCULO DO DIA

HÁ UM TEMPO certo para cada coisa: Ec 3.1 VIVA

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Conhecer o livro de Eclesiastes;
  • Compreender o sentido de vaidade;
  • Aplicar os conselhos de Eclesiastes nos dias atuais.

INTRODUÇÃO

O livro de Eclesiastes conservou o nome que tem na versão grega, isto é, ekklesiastes, “assembléia”. A palavra hebraica, qohelet, “aquele que se reúne em assembléia”. Considera-se que isto significa:

1) “aquele que coleciona” ditos sábios (Ec12:9, 10), ou;

2) “aquele que se dirige a uma assembleia”, isto é, um pregador ou orador, implicando na idéia de que alguém reúne um grupo em assembleia com o propósito de lhe falar.

Aceita-se de maneira geral que constitui um título técnico para indicar um ofício.

1 – ENTENDENDO A VAIDADE

“Que grande inutilidade!”, diz o Mestre. “Que grande inutilidade! Nada faz sentido!” Ec 1.2

O reino de Salomão, Israel, estava em sua época de ouro, entretanto Salomão queria que o povo visse que o êxito e a prosperidade não duram muito (Sl 103:14-16; Is 40:6-8; Tg 4:14).

Todos os lucros humanos desaparecerão algum dia, e devemos manter isto em nossa mente para poder viver com sabedoria. Se não o fizermos, podemo-nos voltar soberbos e autossuficientes quando tivermos êxito ou profundamente desiludidos quando fracassarmos.

A meta de Salomão era mostrar que as posses terrestres e os lucros à larga carecem de sentido. Só a busca de Deus nos proporciona verdadeira satisfação. Devemos inclui-lo em tudo o que digamos, pensemos e façamos.

1.1 – Conceito de vaidade

O que o homem ganha com todo o seu trabalho em que tanto se esforça debaixo do sol? Ec 1.3

Que proveito tem o homem de todo o seu trabalho…? (Revista Atualizada). O autor sacro ataca aqui o trabalho do homem, para ilustrar a sua tese e, contra o restante do Antigo Testamento, descobre que essa é apenas uma das muitas formas de vaidade, inutilidade e vazio; nada senão sopro, a brisa que passa e se vai em um instante, sem ter conseguido realizar nada de novo.

Que proveito…? Algo que nos concede alguma vantagem ou algo de valor. Esta palavra aparece nove vezes no livro, sempre em contextos negativos: Eclesiastes 1.3; 2.11,13; 3.9; 5.9,16; 7.11; 10.10,11. Todo proveito, porém, é inútil, visto que não há proveito genuíno em coisa alguma que os homens façam à face da terra.

1.2 – Procurando satisfação

A incansável busca do pregador (Ec 1.12) a procura de alguma coisa que o pudesse satisfazê-lo, resultou em algumas coisas conquistas, mas que ao final, nenhuma delas, nunca conseguiu dar a Ele o devido descanso e a verdadeira alegria, nem mesmo a sabedoria secular.

Eu me esforcei para aprender bem tudo o que existe no universo. Descobri que Deus sobrecarregou o homem com trabalhos pesados. Ec 1.13

O autor buscava o conhecimento mais do que qualquer outra pessoa, mas não encontrou satisfação duradoura, pois o mundo continuava cheio de problemas que não podiam ser resolvidos.

Procurou respostas nas bebidas.

Assim, depois de pensar muito, resolvi experimentar a bebida, sem, porém, deixar de procurar a sabedoria mesmo nisto. E também experimentei as farras, para poder provar a única alegria que tem a maioria dos homens durante a vida. Ec 2.3

Salomão se deixaria atrair pelo vinho e cederia diante de seus encantos. Sua mente, treinada a buscar a sabedoria, verificaria se era sábio intoxicar-se pela bebida alcoólica. Uma vez embriagado, ele se entregaria a toda a espécie de insensatez.

As prostitutas eram suas companheiras de bebedeira, com quem ele se deitava no leito. E, então, ele descobriria se os homens que agem dessa maneira, durante os poucos dias de sua existência, teriam descoberto algum segredo que sua mente filosófica teria negligenciado. O homem estava fazendo experiências com os prazeres sexuais, tornando o corpo o seu deus, em lugar da mente. “Ele queria testar os efeitos da busca pelos prazeres, para ver se realmente eram dignos de valor” (Donald R. Glenn).

Nos bens materiais

Comprei servos e servas e tive servos nascidos em casa; também possuí bois e ovelhas, mais do que possuíram todos os que antes de mim viveram em Jerusalém.

Amontoei também para mim prata e ouro e tesouros de reis e de províncias; provi-me de cantores e cantoras e das delícias dos filhos dos homens: mulheres e mulheres.

Engrandeci-me e sobrepujei a todos os que viveram antes de mim em Jerusalém; perseverou também comigo a minha sabedoria. Eclesiastes 2:7-9

Acumulou muitos bens, provavelmente os impostos e os objetos de arte obtidos junto aos povos e nações súditas.

A frase “tesouros” no versículo 8 é no hebraico “sequlla”, significa basicamente “propriedade”, mas geralmente se usa com referência à propriedades de valor.

Porém o pregador chega a conclusão

Por isso, agora odeio a vida, porque esta luta no mundo não tem lógica; é uma grande ilusão, é correr atrás do vento. Ec 2.17

Disse o triste pregador: “Aborreci a vida”, pois ele tinha observado que ela era tão bruta, tão inútil, tão insensata, tão fútil, tão enganadora, tão dolorosa que, finalmente, levava a nada. Mas, pelo menos, ele era honesto. Ele nem procurava ajustar sua teoria para adaptar-se à ortodoxia, nem tentava agradar os ortodoxos, mediante a adição de declarações suavizadoras, para torná-los mais felizes. Todas as obras humanas, realizadas durante algum tempo, tornaram-se amargas para ele. Tudo não passava de vaidade e pobreza de espírito. Tudo quanto ele tinha feito era “seguir o vento”, mas não fora capaz de reter a brisa que vinha ao seu encontro. A morte, a grande niveladora, tinha arruinado tudo, lançando suas sombras sobre o homem bom, não menos que sobre o homem mau. JÁ ESTOU CANSADO de viver. Vou abrir meu, coração e contar a todos os meus sofrimentos e a tristeza que enche a minha alma” (Jó. 10.11).

2 – TEMPO PARA TODAS AS COISAS

Pr. Carlos Henrique Soares

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