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Betel Jovens – 2º Trimestre de 2018 – 06/05/2018 – Lição 6: Atitude de uma adorador

03/05/2018

Este post é assinado por Jesrrael Santos Fonseca

TEXTO DE REFERÊNCIA

1 E sucedeu que no ano de quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito, no ano quarto do reinado de Salomão sobre Israel, no mês de Zive (este é o mês segundo), começou a edificar a casa do SENHOR.

2 E a casa que o rei Salomão edificou ao Senhor era de sessenta côvados de comprimento, e de vinte côvados de largura, e de trinta côvados de altura.

3 E o pórtico diante do templo da casa era de vinte côvados de comprimento, segundo a largura da casa, e de dez côvados de largura diante da casa.

4 E fez para a casa janelas de gelósias fixas.

5 E edificou câmaras junto ao muro da casa, contra as paredes da casa, em redor, tanto do templo como do oráculo; e assim lhe fez câmaras laterais em redor.

6 A câmara de baixo era de cinco côvados de largura, e a do meio de seis côvados de largura, e a terceira de sete côvados de largura; porque pela parte de fora da casa, em redor, fizera encostos, para que as vigas não se apoiassem nas paredes da casa.

7 E edificava-se a casa com pedras preparadas, como as traziam se edificava; de maneira que nem martelo, nem machado, nem nenhum outro instrumento de ferro se ouviu na casa quando a edificavam.

8 A porta da câmara do meio estava ao lado direito da casa, e por caracóis se subia à do meio, e da do meio à terceira.

9 Assim, pois, edificou a casa, e a acabou; e cobriu a casa com pranchões e tabuados de cedro.

10 Também edificou as câmaras em volta de toda a casa, de cinco côvados de altura, e as ligou à casa com madeira de cedro.

11 Então veio a palavra do Senhor a Salomão, dizendo:

12 Quanto a esta casa que tu edificas, se andares nos meus estatutos, e fizeres os meus juízos, e guardares todos os meus mandamentos, andando neles, confirmarei para contigo a minha palavra, a qual falei a Davi, teu pai;

13 E habitarei no meio dos filhos de Israel, e não desampararei o meu povo de Israel.

14 Assim edificou Salomão aquela casa, e a acabou.

1 Reis 6. 1 – 14

VERSÍCULO DO DIA

14. Assim edificou Salomão aquela casa, e a aperfeiçoou.

1 Reis 6.14

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Ao término do estudo bíblico, o aluno deverá:

  • Conhecer o templo que Salomão edificou;
  • Entender que Deus se agrada das ações que exaltam seu nome;
  • Compreender que Deus abençoa aqueles que se dispõe a cumprir projetos que O exaltem.

INTRODUÇÃO

Não darei sono aos meus olhos, nem repouso às minhas pálpebras,

Enquanto não achar lugar para o Senhor, uma morada para o poderoso Deus de Jacó.

Salmos 132:4,5

Foi o que escreveu o rei Davi, pois seu desejo mais profundo era construir um templo para a gló­ria do Senhor.

O Senhor conhecia o coração de Davi, mas deixou claro que tinha outros planos para o seu servo amado (2 Sm 7). Davi estava tão ocupado lutando guerras e expandindo as fronteiras do reino de Israel que não tinha tempo de supervisionar um projeto tão complexo e trabalhoso. Deus havia escolhido Salomão, um “homem sereno”, para construir o templo, e seu pai o preparou para essa incumbência e o encorajou (1 Cr 22 e 28).

Desde o tempo de Moisés, o povo levava suas ofertas e sacrifícios ao tabernáculo, mas não eram mais um povo peregrino e, sim, uma nação assentada em sua terra. O tabernáculo era uma construção frágil e portátil e havia chegado a hora de Israel construir um templo para seu grande Deus. As nações a seu redor possuíam templos dedicados a seus falsos deuses, de modo que era mais do que certo o povo de Israel construir um templo magnífico para a honra de Jeová dos Exércitos, o verdadeiro Deus vivo. Salomão começou as obras no mês equivalente a abril/maio em nosso calendário do ano de 966 a.C., o quarto ano de seu reinado.

1 – REALIZANDO O PROJETO

Como o povo deveria ser desejoso e solícito para servir aos interesses do reino de Deus no mundo, no nível máximo da sua capacidade. Davi não poderia ficar tranquilo em uma casa de cedros enquanto a arca estivesse alojada debaixo de cortinas. As preocupações púbicas devem estar sempre perto dos nossos corações. Que prazer poderemos ter pela nossa própria prosperidade se não virmos o bem de Jerusalém?

Quando Davi é favorecido com riqueza e poder, observe quais são os seus cuidados e projetos. Ele não disse: “O que farei para os meus filhos, para conseguir porções para eles? O que farei para encher os meus cofres e aumentar os meus domínios?” Mas ele disse: “O que farei para Deus, para servi-lo e honrá-lo?” Aqueles que estão planejando onde poderão investir os seus recursos e os seus bens fariam bem em perguntar em que condição está a arca, e se alguns destes recursos não seriam bem aplicados se fossem doados ao serviço dela.

1.1 – Salomão realiza a vontade de Davi

Davi, em seu esplêndido palácio de cedro, enfeitado tão elegantemente em sua honra real como um monarca oriental, tinha momentos de consciência desassossegada. Ali estava ele, em sua glória, enquanto a “casa de Deus”, a tenda provisória armada para abrigar a arca da aliança devolvida a Jerusalém (capítulo 16), era pobre, em comparação ao palácio.

Davi possuía grande poder e muitos recursos materiais, E assim teve a ideia de edificar um magnificente templo para abrigar a arca, que tomaria o lugar da tenda das andanças de Israel pelo deserto. Israel não era mais um povo nômade, a armar e desarmar suas tendas, conforme se movia de lugar para lugar. Jerusalém estava sendo embelezada. Israel não seria uma grande nação apenas com uma bela capital. Esta seria apropriada se também houvesse um templo para o culto divino que se tornasse o centro das atividades da nova capital.

Além de seus próprios recursos, Davi contava com a ajuda dos estrangeiros, que eram habilidosos na arquitetura e na matemática. O povo de Israel não era habilitado para tal tarefa, mas a ajuda estrangeira estava facilmente à disposição. Portanto, Davi perguntou a si mesmo: “Por que não me atarefar e levar avante com este projeto?”.

 Ele chamou o profeta Natã, que concordou com a boa e nobre ideia de Davi. Mas, em uma visão noturna, o profeta descobriu que Yahweh não concordava que Davi fosse o construtor do templo, embora estivesse agradado com a ideia. A construção do templo seria obra de Salomão, filho de Davi, mas Davi teria o privilégio de recolher os materiais para a construção do templo, conforme lemos em I Cr. 22.1 -29 30.

O segundo capítulo de II Crônicas dá inicio ao relato da construção do templo, por parte de Salomão. Salomão apelou para Hirão, rei de Tiro, para encabeçar a construção do templo, tal com o Davi havia feito no tocante ao seu palácio (I Cr. 14.1).

1.2 – Salomão se prepara para construir o templo

Uma vez que havia previsto a construção do templo, Davi havia separado alguns dos despojos das batalhas especialmente para o Senhor (1 Cr 22:14). Essa riqueza totalizou 3.400 toneladas de ouro, 34.000 toneladas de prata e uma quantidade de bronze, ferro, madeira e pedras que nem foi medida. Davi entregou toda essa riqueza publicamente a Salomão (1 Cr 29:1-5). Acrescentou a ela, ainda, seu tesouro pessoal e, depois, convidou os líderes de Israel a contribuir também (1 Cr 29:1-10). O total final foi de 3.668 toneladas de ouro e mais de 34.000 toneladas de prata, sem falar nos milhares de toneladas de bronze e de ferro bem como de pedras preciosas. Foi um grande começo para um grande projeto.

Davi entregou, ainda, a Salomão as plantas do templo conforme as havia recebido do Senhor (1 Cr 28). Também reunira alguns artesãos e trabalhadores para seguir essas plantas e trabalhar na madeira e nas pedras, a fim de preparar o material para o templo (1 Cr 22:1-4). Hirão, rei de Tiro, havia fornecido trabalhadores e materiais para a construção do palácio de Davi (2 Sm 5:11), e Davi pediu sua ajuda para preparar a madeira para o templo (1 Cr 22:4). Salomão aproveitou essa amizade e pediu a Hirão que fornecesse os trabalhadores e a madeira necessários para o templo.

Hirão enviara suas saudações a Salomão, na coroação do novo rei, e Salomão retribuí­ra com um agradecimento oficial e com um pedido de ajuda para a grande empreitada em Jerusalém. Em sua mensagem, Salomão indicou que sabia que Davi havia discutido esse projeto com Hirão, de modo que não era a primeira vez que essa questão lhe era apresentada. Davi havia falado a Hirão até mesmo sobre a aliança de Deus (2 Sm 7) e sobre como Salomão havia sido escolhido pelo Senhor para construir a casa de Deus. Salomão havia deixado claro que não estava construindo um monumento para a glória de seu pai, mas sim um templo para a honra do nome do Senhor (v. 5; ver 8:16-20, 29, 33, 35, 41-44).

Salomão também solicitou um artífice mestre que pudesse fazer entalhes delicados e belos para as guarnições do templo (7:13, 14; 2 C r 2:7), e o rei Hirão enviou-lhe o artífice Hirão (ou Hirão-Abi; 2 Cr 2:13, 14). Ele era filho de um casamento misto, pois seu pai era fenício e sua mãe era da tribo de Naftali. Metalúrgico de grande talento, modelou as duas colunas da entrada do templo, bem como as guarnições de metal do interior do templo. Assim como quando Moisés construiu o tabernáculo, o Senhor reuniu os trabalhadores necessários e os capacitou a executar sua obra (Êx 31:1-11; 35:30-35).

Na verdade, a carta de Salomão foi um contrato comercial, pois nela o rei ofereceu pagar pela madeira fornecendo alimentos anualmente à casa de Hirão (5:11) e também pagar aos trabalhadores uma grande soma por seus serviços (2 Cr 2:10). Até o trabalho ser completado, a casa do rei Hirão receberia cerca de quatro milhões e meio de litros de trigo e mais de quatrocentos mil litros do mais puro azeite de oliva. Os trabalhadores receberiam um pagamento único de quatro milhões e meio de litros de trigo, a mesma quantia de cevada e mais de quatrocentos mil litros de vinho e azeite de oliva, sendo que tudo isso deveria ser dividido entre eles. Em sua resposta, Hirão aceitou os termos do contrato e descreveu o procedimento. Seus homens cortariam as árvores no Líbano, preparariam as toras e as levariam pela costa até Jope (atual Jafa; 2 Cr 2:16) em navios ou amarradas em forma de balsas. Em Jope, os homens de Salomão pegariam a madeira e a transportariam por terra até o local da construção, percorrendo uma distância de cerca de cinquenta e seis quilômetros.

Por Jesrrael Fonseca Santos

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