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Betel Adultos – 4º Trimestre de 2019 – 17-11-2019 – Lição 7: A Bíblia e o testemunho da ciência

14/11/2019

Este post é assinado por Mirtes Ester

TEXTO ÁUREO

“Quem é sábio observe estas coisas e considere atentamente as benignidades do Senhor”. (Sl 107.43) 

TEXTO DE REFERÊNCIA

Jó 28.9; 24-28 

Ele estende a sua mão contra o rochedo, e revolve os montes desde as suas raízes.  

Porque ele vê as extremidades da terra; e vê tudo o que há debaixo dos céus. 

Quando deu peso ao vento e tomou a medida das águas; 

Quando prescreveu uma lei para a chuva e caminho para o relâmpago dos trovões, 

Então, a viu e a manifestou; estabeleceu-a e também a esquadrinhou. 

Mas disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Estudar a ciência, sua contribuição e características; 
  • Mostrar a Bíblia Sagrada e a medicina moderna em consonância; 
  • Identificar que as Escrituras e a ciência estão em harmonia.

INTRODUÇÃO

Queridos irmãos (ãs), Graça e Paz!

Na sétima lição deste trimestre, veremos como a Bíblia e a ciência podem se complementar, afirmar o mesmo tema, principalmente quando se referem a algumas questões específicas.

“As Escrituras são bem realistas e lidam com a vida de forma direta. Deus trata com todas as dimensões de Sua criação. Assuntos que deixam eu e você constrangidos são abordados para a compreensão de todos”. (COPE, 2007. p. 46)

1 – CIÊNCIA: CONTRIBUIÇÃO E CARACTERÍSTICAS

De acordo com o Manual Bíblico SBB (2008, p. 56), à medida em que as pessoas começaram “a apreciar as diferentes formas de literatura na Bíblia, muitos passaram a considerar o relato bíblico e a posição científica complementares”.

Entre as suas contribuições, o desenvolvimento do método científico produziu até abordagens de interpretação da Bíblia. 

“Alguns, como Blaise Pascal (1623-1662), usaram as “provas” cientificas de maneira positiva, mostrando, por exemplo, como as profecias do AT se cumpriram no NT”. (MANUAL BÍBLICO SBB, 2008, p. 56)

Veja a fala de um pastor cientista: 

“Na verdade, vejo que há muito em comum entre a maneira em que busco a verdade na ciência e a maneira em que busco a verdade na religião. As pessoas às vezes se surpreendem pelo fato de eu ser cientista e pastor. Pensam que é uma combinação estranha, ou talvez desonesta. Sua surpresa ocorre porque não percebem que a verdade é tão importante na religião quanto na ciência. Acredita-se em geral que a fé é uma questão de fechar os olhos e fazer força para acreditar no impossível porque alguma autoridade que não pode ser questionada manda que você creia. Muito pelo contrário! O salto de fé é um salto para a luz não para a escuridão. Envolve compromisso com o que entendemos para que possamos aprender e entender mais”. (MANUAL BÍBLICO SBB, 2008, p. 94)

1.1 – A constante busca do conhecimento

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Segundo o escritor Geisler (2003, p. 69), “a palavra ciência literalmente significa “conhecimento”.

“A ciência compõe-se de um conjunto de conhecimentos sobre fatos ou aspectos da realidade (que chamamos de objeto de estudo), expresso por meio de uma linguagem precisa e rigorosa”. (BOCK, 2008, p. 20) 

De acordo com Bock (2008, p. 20), “esses conhecimentos devem ser obtidos de maneira programada, sistemática e controlada, para que se permita a verificação de sua validade”. 

Chauí (2000, p. 359), cita que “durante séculos, os cientistas trabalharam individualmente (mesmo que possuíssem auxiliares e discípulos) em seus pequenos laboratórios”.

“Suas pesquisas eram custeadas ou por eles mesmos ou por reis, nobres e burgueses ricos, que desejavam a glória de patrocinar descobertas e as vantagens práticas que delas poderiam advir”. (CHAUÍ, 2000, p. 359)

Mas “o método científico, no sentido que lhe damos hodiernamente, surgiu nos séculos XVII e XVIII”. (CHAMPLIN, 2001, p. 732-733)

“Antes disso, a coisa mais próxima do método científico era a especulação e a postulação, com pouca ou nenhuma referência a experiências e testes”. (CHAMPLIN, 2001, p. 732-733)

Atualmente, os cientistas trabalham de forma organizada e coletivamente: 

“Em equipes, nos grandes laboratórios universitários, nos dos institutos de pesquisa e nos das grandes empresas transnacionais que participam de um sistema conhecido como complexo industrial-militar. As pesquisas são financiadas pelo Estado (nas universidades e institutos), pelas empresas privadas (em seus laboratórios) e por ambos (nos centros de investigação do complexo industrial-militar). São pesquisas que exigem altos investimentos econômicos e das quais se esperam resultados que a opinião pública nem sempre conhece. Além disso, os cientistas de uma mesma área de investigação competem por recursos, tendem a fazer segredo de suas descobertas, pois dependem delas para conseguir fundos e vencer a competição com outros”. (CHAUÍ, 2000, p. 359)

Porém, conforme cita Geisler (2002, p. 167), “pouquíssimas coisas são provadas com certeza na ciência”, “algumas coisas são apenas prováveis ou altamente prováveis”. 

Ao contrário da Bíblia, que “é singularmente isenta de especulações e postulações acerca de verdades gerais e da operação das leis gerais”. (CHAMPLIN, 2001, p. 732-733)

1.2 – O enfraquecimento do cientifismo

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O cientificismo “é a crença infundada de que a ciência pode e deve conhecer tudo, que, de fato, conhece tudo e é a explicação causal das leis da realidade tal como esta é em si mesma”. (CHAUÍ, 2000, p. 357) 

Geisler (2002, p. 176) menciona que o cientifismo “é a crença de que o método científico é o único método de descobrir a verdade”.

“O pai do cientismo moderno foi o ateu Auguste COMTE (1798/1857), que também começou uma religião de humanismo secular. A teoria de Comte também é conhecida como positivismo”. (GEISLER, 2002, p. 176)

Porém, para Geisler (2002, p. 176), “não há razão para crer que o método científico seja a única maneira de descobrir a verdade”.

Segundo o autor, “até os cientistas empíricos reconhecem as limitações do método científico, já que ele só pode lidar com fenômenos observáveis”. 

“É uma petição de princípio a favor do Materialismo supor que não há nada além do observável”. (GEISLER, 2002, p. 177) 

“Outros aspectos da realidade não podem ser aprendidos pelo método científico. Alguns são conhecidos intuitivamente, e alguns apenas pela revelação especial”. (GEISLER, 2002, p. 177) 

“A Bíblia desafia o “cientismo”, isto é, a crença de que a ciência tem a única explicação sobre a origem do universo. A ciência pode descrever como Deus o fez, mas não responder por que o universo existe. A Bíblia questiona todas as formas de adoração da natureza, seja no animismo ou em alguns ramos da Nova Era, ao enfatizar a distinção entre Deus e a criação. Também nos desafia em termos de preocupação pelo meio ambiente. O mundo não existe para ser usado da forma que bem entendemos, mas é a criação de Deus que nos foi entregue para que dela cuidemos”. (MANUAL BÍBLICO SBB, 2008, p. 379)

1.3 – A ciência evolui

Mirtes Ester

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Postado por ebd-comentada


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