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Betel Adultos – 2º Trimestre de 2018 – 10/06/2018 – Lição 11: O discípulo de Jesus e o serviço cristão

06/06/2018

Este post é assinado por Leonardo Novais de Oliveira

TEXTOS DE REFERÊNCIA

Neemias 2.18

Então lhes declarei como a mão do meu Deus me fora favorável, como também as palavras do rei, que ele me tinha dito; então disseram: Levantemo-nos, e edifiquemos. E esforçaram as suas mãos para o bem.

Neemias 4:6

Porém edificamos o muro, e todo o muro se fechou até sua metade; porque o coração do povo se inclinava a trabalhar.

Neemias 6:3

E enviei-lhes mensageiros a dizer: Faço uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse, e fosse ter convosco?

TEXTO ÁUREO

Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir o Deus vivo e verdadeiro”. (1 Ts 1.9)

OBJETIVOS DA LIÇÃO

  • Ressaltar que devemos honrar a Deus por meio do nosso trabalho;
  • Refletir sobre a importância de cada membro do Corpo de Cristo na edificação da Igreja;
  • Mostrar os serviços bíblicos do serviço cristão.

INTRODUÇÃO

Olá irmãos (ãs), Paz seja convosco.

Nesta lição eu, Ev. Leonardo Novais de Oliveira, terei novamente a honra e a responsabilidade de comentar a lição de número 11, da Editora Betel.

Que o Senhor nos abençoe ricamente em Cristo Jesus!

Esta lição trata do tema “O Discípulo de Jesus e o serviço cristão” e, para começarmos nosso estudo, vamos conceituar o termo discípulo.

De acordo com o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, discípulo é:

1)Pessoa que recebe instrução (em relação a quem lhe dá).

2) Aquele que aprende.

3) Aluno.

4) Aquele que segue as doutrinas de outrem.

O Dicionário Teológico do Novo Testamento, de Daniel G. Reid, traz os seguintes conceitos:

“O mundo greco-romano do século I apresentava grande variedade de líderes religiosos, filosóficos e políticos, cada um deles tendo seguidores comprometidos com seus ensinos, causas e crenças. Embora fossem utilizados vários termos para designar esses seguidores, “ discípulo” era um dos mais comuns. Também se tornou o termo mais usado para designar os seguidores de Jesus, a tal ponto que na Grande Comissão o objetivo da missão mundial era fazer “ discípulos” de todas as nações (Mt 28.19). A palavra “discípulo”, em nosso idioma, normalmente designa um “seguidor”, “adepto” ou “estudante” de um líder religioso ou mestre. “Discípulo” é a palavra empregada com mais frequência para traduzir o vocábulo grego “mathêtês” e os vocábulos hebraicos “talmíd” e “limmüd”.

Na literatura grega clássica mais antiga, “mathêtês” era usado de três maneiras: em sentido geral (morfologicamente relacionado com o verbo “manthanein”, “aprender”), para designar o “aprendiz” (Isócrates , Pt 16.7); no sentido técnico de “adepto” de um grande professor, ensino ou mestre ( Xenofonte , Me 1.6.3.4); no sentido mais restrito de “aluno institucional” dos sofistas (Demóstenes , Lá, 35.41.7) Sócrates e os que se opunham aos sofistas resistiam ao emprego de “mathêtês” para designar seus seguidores, evitando assim qualquer associação com os sofistas (Platão , So, 233.b.6-c.6), mas ele empregou o termo à vontade em referência a “aprendizes” (Platão , Cr, 428.b .4) e a “adeptos” (Platão , Sy, 197.B.l) sempre que não houvesse perigo de mal-entendidos. No período helenista, na época de Jesus, “mathêtês” continuou a ser usado com conotações gerais de “aprendiz” (Diodoro, Bb hi, 23.2.1.13,26), mas foi empregado com mais regularidade em referência a um “adepto” (Dião Crisóstomo , De re, 1.38.6). O tipo de adesão era determinado pelo mestre, o que incluía desde seguir um grande pensador e mestre do passado como Sócrates (Dião Crisóstomo, De Ho, 1.2) até ser aluno de um filósofo como Pitágoras (Diodoro, Bb hi, 12.20.1.3), ou ainda ser devoto de um mestre religioso como Epicuro (Plutarco , Non posse, 1100.A.6)”.

O judaísmo nos tempos de Jesus. No judaísmo do século I, diferentes tipos de pessoas foram chamados “ discípulos” pelo emprego dos termos essencialmente equivalentes “mathêtês” e “talmsd”. Os termos designavam adeptos ou seguidores comprometidos com um líder, mestre ou movimento reconhecido”.

Discípulo, em primeiro lugar é aquele que segue alguém que lhe inspirou confiança ou credibilidade, fazendo algo que era digno de ser seguido.

A Bíblia nos mostra um texto muito interessante sobre a primeira vez que os discípulos de Jesus foram chamados de cristãos, vejamos:

“Então Barnabé foi a Tarso procurar Saulo e, quando o encontrou, levou-o para Antioquia. Assim, durante um ano inteiro Barnabé e Saulo se reuniram com a igreja e ensinaram a muitos. Em Antioquia, os discípulos foram pela primeira vez chamados cristãos”. (At 11.25,26 – NVI).

Aqueles discípulos de Jesus, chamado o Cristo, tinham o mesmo comportamento, se vestiam da mesma forma, provavelmente falavam da mesma maneira e isto chamou a atenção dos moradores da cidade de Antioquia de tal forma, que os que antes eram conhecidos como judeus, começaram a ser chamados de cristãos.

O Teólogo alemão Werner de Boor faz o seguinte comentário sobre este versículo:

“Outro fato significativo sucede em Antioquia: Os “discípulos” receberam ali um nome próprio! A princípio haviam sido simplesmente “judeus” e também desejavam sê-lo pessoalmente. Para eles cumpriu-se em Jesus a grande esperança de Israel. Justamente por isso sentiam-se como os verdadeiros judeus e esperavam ser capazes de conduzir todo o Israel até Jesus. Eles representavam um problemático cisma judaico para os grupos dirigentes de seu povo, “a seita dos nazarenos”, como diz, com ira e desprezo, o promotor do Sinédrio perante Félix (At 24.5). Também o mundo gentio os considera simplesmente como “judeus”. Sucedeu, porém, que em Antioquia um grande número de “gregos” havia aderido à igreja. Não podiam considerar-se pessoalmente como “judeus”, nem ser assim tratados por seus concidadãos helênicos. Que eram eles? “Nazarenos”, como os judeus os insultavam? Mas essa referência era completamente incompreensível para as pessoas de Antioquia. Jamais haviam ouvido falar de “Nazaré”. Ou “discípulos, alunos”? Essa expressão, porém, nessa cidade com os numerosos centros de ensino, era formal demais. Quantos tipos de “alunos” havia ali! Então os antioquenos se fixam no nome que surgia constantemente em todos os diálogos com eles e que tinha importância decisiva, passando a chamá-los, de acordo com Jesus Cristo, os “cristianos”, a “gente do Cristo”. Esse nome era prático e se consolidou rapidamente”.

O trabalho dos discípulos era a continuação dos trabalhos de Jesus, eles aprenderam durante pouco mais de 3 anos e agora, estavam colocando em prática.

Felizes são os homens que encontram alguém disposto a ensiná-los, ou seja, discipulá-los.

Leiamos o comentário de Boor:

“Barnabé não apenas presta o bom serviço para a continuação da história da igreja de simplesmente se “alegrar” com a igreja de gentios livre da lei, ele não apenas favorece o crescimento dessa igreja para dentro e para fora, mas ele dá outro passo de grande consequência: busca Paulo para o trabalho em Antioquia, lançando desse modo o fundamento para toda a obra da vida de Paulo. Reconhece a importância especial da igreja nesse centro do Oriente. Para edificá-la procura por um colaborador com capacidades especiais, lembrando-se de Saulo de Tarso. Conhece sua ação resoluta tanto como perseguidor quanto como cristão e testemunha de Jesus. Em Jerusalém ele mesmo o apresentou aos apóstolos (At 9.27). Provavelmente também percebeu que a igreja dessa cidade cosmopolita necessitava de um teólogo formado e pensador eficiente. Sabia que naquela vez Saulo fora enviado para sua cidade natal Tarso. Será que ainda estaria por lá? “E partiu Barnabé para Tarso à procura de Saulo; tendo-o encontrado, levou-o para Antioquia”. Na sequência acontece naquele local um ano inteiro de profícua cooperação. Acima de tudo é trabalho de ensino. Uma igreja de Jesus se forma e cresce exteriormente apenas através de “evangelização”, através da proclamação despertadora da mensagem da salvação. Uma vez formada, porém, ela precisa da consolidação e do crescimento interior por meio da “doutrina”. Em Jerusalém os cristãos haviam permanecido “perseverantes na doutrina dos apóstolos” (At 2.42). Do mesmo modo Barnabé e Saulo ensinavam agora em Antioquia “numerosa multidão”. Lucas diz: “E aconteceu-lhes que, até por todo um ano, se uniram naquela igreja e ensinaram…” [tradução do autor]. Esse não era o plano ao enviar Barnabé, e ninguém se lembrara de Saulo. Agora, pois “aconteceu-lhes” assim. Para eles e para a igreja isso era um presente. Quanto Saulo terá aprendido pessoalmente nesse longo e exaustivo “ensino”! Uma coisa ele aprendeu de maneira completamente nova: a comunhão de trabalho com um irmão, o serviço em “equipe”. No fundo os grandes mestres de Israel eram pessoas solitárias, cada qual formando sua própria “escola”, mas posicionando-se criticamente diante de outros”.

1 – HONRAR A DEUS POR MEIO DO TRABALHO

A palavra trabalho vem do latim “tripalium”, termo utilizado para designar instrumento de tortura, ou mais precisamente, “instrumento feito de três paus aguçados, algumas vezes ainda munidos de pontas de ferro, nas quais agricultores bateriam o trigo, as espigas de milho, o linho, para rasgá-los e esfiapá-los” (ALBORNOZ, 1994, p.10). 

Por muito tempo o significado de trabalho foi associado a fardo e sacrifício. Na Grécia Antiga, o trabalho era desprezado pelos cidadãos livres. Platão considerava o exercício das profissões vil e degradante.   Nos primeiros tempos do cristianismo, o trabalho era visto como tarefa penosa e humilhante, como punição para o pecado. Ao ser condenado, Adão teve por expiação trabalhar para ganhar o pão com o suor do seu próprio rosto.

A concepção de trabalho como fonte de identidade e auto realização humana, foi constituída a partir do Renascimento.

Não é de se assustar que a sociedade considerou o trabalho como algum tipo de castigo, pois a etimologia da palavra mostra exatamente isto.

Algumas pessoas traduzem o texto de Gênesis 3.19, como sendo um castigo infringido por Deus, mas o texto não está dizendo isto. O que Deus quis mostrar é que no Jardim do Éden, tudo era perfeito e não existiam pragas, ervas daninhas e outro tipo de problemas que pudessem afetar a plantação, mas, após o pecado, isto tudo passo a existir e o homem teria que exercer uma força muito maior para que o alimento lhe chegasse às mãos.

Este tópico está relacionado a todo trabalho realizado em prol da obra do Senhor, inclusive as boas obras apresentadas por Tiago no capítulo 2, versículos 14 a 26.

1.1 – A importância do trabalho

O Senhor deu a Adão a nobre tarefa de cuidar do Jardim que Ele havia criado. Além de cuidar, ele deveria dar nome aos animais.

Leiamos o texto em Gênesis:

“O Senhor Deus pôs o homem no jardim do Éden para que o guardasse, o cultivasse e cuidasse dele. E deu-lhe o seguinte aviso: Podes comer de toda a árvore que está no jardim excepto da árvore da consciência; porque o seu fruto é o do conhecimento do bem e do mal. Se comeres desse fruto ficas condenado a morrer”. (Gn 2.15-17 – O LIVRO)

“O Senhor modelou, também com a terra, toda a espécie de animais e de aves, e trouxe-os ao homem para ver como é que os chamaria. E pelo nome que lhes deu, assim ficaram a ser chamados” (Gn 2.19ª – O LIVRO)

Uma das funções do trabalho é dar significado para a vida e prover uma vida produtiva para o homem.

Os seres humanos que não trabalham, salvo exceções, consideram-se inúteis.

Nos dias hodiernos, o mercado está muito diferente e as mulheres trabalham nas mesmas funções que o homem.

1.2 – Trabalhar com excelência

A palavra excelência de acordo com o Dicionário Priberam tem o seguinte conceito:

1) Qualidade do que é excelente.

2) Grau elevado de perfeição, de bondade. = SUPERIORIDADE

3) Forma de tratamento destinada a pessoas nobres ou ilustres, e em geral dada às pessoas consideradas de alta categoria social (ex.: Sua Excelência mandou avisar que chegará com algum atraso) [Abreviatura: Ex.ª].

Nos interessa, os dois primeiros conceitos.

O Senhor nos orienta a fazer o melhor que pudermos precisamos nos lembrar que a Bíblia nos ensina como deve ser o nosso trabalho, leiamos:

“Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo”. (Cl 3.23,24 – NVI)

Esta é uma orientação muito marcante. Infelizmente existem muitos crentes preguiçosos (Pv 6.6), negativos, criadores de contenda, com ambição desmedida e a recomendação é: Fazei tudo como se estivesse fazendo para o Senhor.

Como seria seu trabalho se o Senhor fosse seu gestor imediato?

Compreendendo os versículos citados fica claro que o Senhor irá nos recompensar de acordo com nosso comportamento.

O Pr. Silas Malafaia sempre comenta o caso de um irmão preguiçoso e relaxado que dizia: “Pastor, eu sempre prego o evangelho no meu trabalho. Digo para o meu chefe que ele é filho do diabo e, caso não se converta, irá para o inferno”.
Um dia, o chefe deste irmão o chamou o disse: “Você realmente é crente, filho de Deus”?
E o irmão todo “pomposo” disse: “Sim, eu sou”.
Então o chefe lhe disse: “Então agora, o filho do diabo está mandando o filho de deus embora, você está demitido”…

Que triste lição…

Outro texto de Paulo nos fala o mesmo em outras palavras:

“Escravos, obedeçam a seus senhores terrenos com respeito e temor, com sinceridade de coração, como a Cristo. Obedeçam-lhes não apenas para agradá-los quando eles os observam, mas como escravos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus. Sirvam aos seus senhores de boa vontade, como ao Senhor, e não aos homens, porque vocês sabem que o Senhor recompensará a cada um pelo bem que praticar, seja escravo, seja livre”. (Ef 6.5-8 – NVI)

Leiamos em outra tradução:

“E vocês, trabalhadores, obedeçam aos vossos chefes aqui na Terra, executando conscienciosamente as vossas tarefas, com respeito e temor, como se fosse para Cristo. Trabalhem bem; não o façam só para agradar aos patrões quando estes vos estão a ver, mas antes como trabalhando para Cristo, e como quem está a executar de coração a vontade de Deus; e sabendo também que cada um receberá do Senhor a recompensa por todo o bem que fizer, quer se trate de superior ou de subordinado”. (O LIVRO)

O grego utiliza a palavra “doulos” que quer dizer escravo e mostra a relação que um escravo real deveria ter para com os seus senhores.

Não entraremos no mérito da escravatura, mas verifique o grau de exigência em comparação a um funcionário livre.

Leiamos o comentário do Teólogo Norte Americano R. N. Champlin:

«…servos …» Isso é uma suavização do termo «doulos», de acordo com várias traduções, embora sem nenhum fundamento no original grego. Literalmente deveria ser «escravos». As famílias cristãs possuíam escravos, os quais não eram assalariados, e, sim, tão escravos como os de famílias pagãs. No dizer de A.H.J. Greenidge, Roman Public Life, pág. 24 : «Pode-se definir a servidão, em todos os períodos da história de Roma, como uma ausência de personalidade. O escravo era uma coisa (res), e pertenciam àquela classe mais valiosa de bens móveis que os romanos intitulavam ‘resmunicipi’, que incluía terrenos e bestas de carga». Naturalmente, há evidências históricas que os cristãos primitivos tratavam os seus escravos, mesmo quando ainda não emancipados, como pessoas, e quando eram cristãos, como seus iguais. Contudo, entre os cristãos primitivos, não houve movimentos de emancipação em massa de seus escravos, o que teria estado de acordo com a moralidade cristã básica, bem como com a força orientadora do amor, recomendado a todos os crentes como base de toda a vida e ação (ver João 14:21; 15:10 e Gál. 5:22). Portanto, no trabalho de casa, um escravo continuava sendo um escravo; e foram passagens como esta que foram escritas para regulamentar tais relações, o que subentende perfeitamente bem que havia intensa fricção entre senhores e escravos crentes. Ora, onde há tal fricção há ódio, o contrário do que é requerido dos crentes. «…senhores segundo a carne…» Estão em foco apenas os senhores de escravos, dando a entender aqueles que exercem autoridade sobre pessoas físicas, a fim de mostrar que há um «senhor celestial» muito superior, a quem todos os seres humanos estão sujeitos como escravos. Ser alguém um «senhor terreno» não lhe conferia qualquer bênção espiritual, embora fosse uma vantagem terrena e totalmente superficial. Não obstante, Paulo queria que os escravos crentes reconhecessem a realidade dessa vantagem e se adaptassem dentro de seu «legítimo» lugar dentro da sociedade, sem queixumes, sem fugirem ao dever e sem ódio no coração. O trecho de Col. 3:22 qualifica a obediência requerida dos escravos mediante a expressão «em tudo», o que também é dito acerca da obediência dos filhos a seus pais (ver Col. 3:20), e que esta epístola aos Efésios igualmente omite. «…com temor e tremor…»Essas palavras se encontram em trechos bíblicos que não se aplicam à escravatura, e, sim, às relações entre os crentes, e em relação ao desenvolvimento da nossa salvação (ver Fil. 2:12; ver também I Cor. 2:3 e II Cor. 7:15).Conforme diz Abbott (in loc.), talvez isso indica uma «ansiosa solicitude», não sugerindo qualquer temor real, tão intenso que faça o indivíduo tremer. Certamente não há aqui qualquer alusão às severidades do serviço prestado pelos escravos, ou à severidade dos senhores de escravos, como se tal severidade já fosse de esperar e pudesse ser aprovada. Mas os escravos deviam um alto respeito a seus senhores, e até mesmo «reverência», conforme este texto subentende, mais ou menos como um filho veria seu pai severo.

O filósofo Aristóteles disse: ”A excelência não é uma virtude, mas um hábito”.

COMO TEM SIDO SEU TRABALHO?

Por Leonardo Novais de Oliveira

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Deus lhe abençoe ricamente!!!

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